quinta-feira, 28 de janeiro de 2021

Mundo deve preparar próxima pandemia “como se fosse uma guerra” !

Bill Gates considera que o mundo deve preparar-se desde já para a próxima pandemia, como se se preparasse para uma guerra, o que deve implicar investimentos de dezena de milhares de milhões de dólares por ano.


“Não nos podemos permitir ser apanhados novamente desprevenidos. A ameaça da próxima pandemia pairará sempre por cima das nossas cabeças – a menos que o mundo tome medidas para a impedir”, escreve o multimilionário numa “carta anual” assinada em conjunto com a esposa, Melinda.

Para evitar problemas similares aos do coronavírus, “a preparação para a próxima pandemia deve ser levada tão a sério como a ameaça de uma guerra”.

O cofundador e antigo dirigente da Microsoft realçou que “parar a próxima pandemia vai exigir que se invistam dezenas de milhares de milhões de dólares por ano, mas recorde-se que o custo da pandemia da covid-19 para o mundo inteiro está estimado em 28 mil milhões de dólares” (23 mil milhões de euros).

“O mundo deve gastar milhares de milhões para poupar biliões (e impedir milhões de mortes). Penso que é a melhor e a mais rentável política de seguro que o mundo se pode pagar”, escreveu.

Para Gates, que é um dos três homens mais ricos do mundo, segundo a revista Forbes, “a maior parte do investimento deve vir dos países ricos”, porque são os que mais têm a ganhar.

Além dos investimentos científicos que devem permitir vencer a pandemia do coronavírus e outras futuras (como diagnósticos, vacinas ou tratamentos), Bill Gates apelou também à instalação de um “sistema de alerta global, que ainda não existe em grande escala”, para se poderem despistar as epidemias o mais cedo possível.

O multimilionário, que já tinha feito soar o alarme sobre os perigos das pandemias, em particular durante uma célebre conferência TED em 2015, preconiza, por outro lado, a criação de uma força de reação rápida para as doenças infecciosas, “bombeiros da pandemia” que estariam em alerta em permanência para responder a uma potencial crise sanitária.

Na sua opinião, seriam precisos cerca de três mil destes profissionais espalhados pelo mundo.

Bill Gates está envolvido na promoção e no financiamento da vacinação, designadamente nos países em vias de desenvolvimento, através da Fundação Bill e Melinda Gates, que, pelas suas contas, já investiu 1,75 mil milhões de dólares na luta contra a presente pandemia.

https://zap.aeiou.pt/mundo-proxima-pandemia-guerra-376336

 

Misteriosa explosão na Rússia é publicada em documento da CIA !

Misteriosa explosão na Rússia é publicada em documento da CIA

O proprietário do site The Black Vault, John Greenwald Jr., disse que foi preciso muito esforço para persuadir a CIA a desclassificar os documentos de OVNIs, enviando milhares de solicitações à agência sob a Lei de Liberdade de Informação.

Um caso na Rússia mencionado nesses documentos está relacionado à misteriosa explosão em Sasovo, Rússia, em 1991.

A estranha explosão ocorreu nesta cidade à noite, sacudindo até grandes edifícios. A pequena cidade de Sasovo está localizada a cerca de 300 quilômetros a sudeste de Moscou.

À 1h34 de 12 de abril de 1991, meio quilômetro fora da periferia sudoeste da cidade, uma grande explosão foi ouvida.

Muitos prédios governamentais e residências particulares foram destruídos pela onda de choque, as janelas foram quebradas e os fragmentos foram jogados a até trinta quilômetros de distância, chegando à cidade de Chuykovo.

No local da explosão, uma enorme cratera foi criada com um diâmetro de cerca de 28 metros e uma profundidade de 3 a 4 metros. No meio da cratera havia uma grande protuberância de terra com 3,5 metros de diâmetro.

Grandes pedaços de solo gelado foram espalhados ao redor da cratera a até duzentos metros de distância.

A magnitude da explosão foi tão forte que várias peças congeladas foram atiradas para o alto e caíram e entraram fundo no solo.

De acordo com especialistas que examinaram cuidadosamente o incidente, eles notaram que seriam necessárias 25 toneladas de explosivos para criar esse efeito.

Especialistas militares como o coronel Prodan e o chefe dos bombeiros Matveyev, com vasta experiência em incidentes semelhantes, disseram que, em sua opinião, a explosão em Sasovo foi incomum.

Como argumento para esta opinião, eles disseram que havia uma ausência total de produtos químicos que sempre são encontrados após uma explosão comum.

Além disso, o pedaço de terra no meio da cratera não é algo a ser encontrado em tais casos. Mesmo a forma como a onda de choque se propagou não correspondeu a uma explosão “padrão”.

Testemunhos relacionados à explosão

O jornal Komsomolskaia Pravda passou a citar alguns testemunhos sobre o incidente, mas sem comentar e tirar conclusões.

As seguintes informações emergiram dos depoimentos:

-Imediatamente após a explosão, ouviu-se um som semelhante ao de um avião de combate voando para longe da área, mas sem ser visto.

-Uma testemunha disse que duas explosões foram ouvidas, seguidas por um flash de luz, seguido pelo som de um caça a jato. E ele alegou que não viu nenhuma aeronave.

-Outra testemunha disse que logo acima das linhas de energia, a 100 metros da cratera, um brilho azulado em forma de arco foi visível.

-O governo russo atribuiu a explosão a uma grande quantidade de nitrato de amônia em um relatório, especialistas militares categoricamente descartaram esta versão.

-A versão oficial falava de uma explosão acidental de fertilizantes de nitrato de amônio, mas muitas pessoas insistiram que antes da explosão viram uma estranha “bola de fogo em movimento” no céu e tinham certeza de que era um OVNI.

“Coincidências” com a explosão de Beirute em 2020

É uma história semelhante à explosão em Beirute: o FBI não determinou oficialmente a causa. Estima-se que tenha sido causado por um acidente.

Duas fontes do governo dos Estados Unidos que tiveram acesso ao relatório oficial e à análise das circunstâncias da explosão, disseram estar convencidas de que a explosão foi causada por um acidente.

Existe uma conexão entre o relatório desclassificado do caso em Sasovo em 1991 e a trágica explosão em Beirute em 2020?

Embora relatórios oficiais determinem que isso foi causado pela reação do nitrato de amônio contido nos armazéns, algumas pessoas disseram ter testemunhado uma atividade anormal nos céus antes do incidente.

https://www.ovnihoje.com/2021/01/27/misteriosa-explosao-na-russia-e-publicada-em-documento-da-cia/

 

Familiares de vítimas na China pressionadas a não falar com OMS !

As autoridades chinesas estão a pressionar as famílias das primeiras vítimas da covid-19 para que não entrem em contacto com os investigadores da Organização Mundial da Saúde (OMS) em Wuhan, segundo familiares dos falecidos.


Mais de um ano após o novo coronavírus surgir, no centro da China, uma equipa da OMS deslocou-se a Wuhan para investigar a origem da pandemia, noticiou a agência Lusa.

Após duas semanas em quarentena, os doze especialistas estão a preparar-se para começar a investigação, na quinta-feira, enquanto Pequim promove a narrativa de que a pandemia não começou na China. Familiares das vítimas acusaram o regime comunista de tentar dissuadi-los de abordar os especialistas internacionais.

As famílias reuniram-se, no ano passado, para exigir compensações às autoridades locais, que minimizaram e encobriram informações sobre a epidemia, chegando a repreender os primeiros médicos que alertaram para a doença. Vários familiares tentaram ir a tribunal, mas as suas queixas foram rejeitadas pelas instâncias judiciais.

Desde a chegada dos especialistas da OMS, a pressão das autoridades aumentou, dizem, segundo a agência France-Presse. Enquanto quase uma centena de familiares das vítimas trocavam mensagens na aplicação WeChat, o grupo de discussão foi bloqueado, há dez dias, revelou Zhang Hai, um dos responsáveis pelo movimento, citado pela AFP.

“Isto mostra que [as autoridades] estão muito nervosas. Temem que as famílias entrem em contacto com especialistas da OMS”, disse à AFP o homem de 51 anos, cujo pai morreu no início do ano. “Quando a OMS chegou a Wuhan, [o grupo] foi bloqueado. Como resultado, perdemos o contacto com muitos membros”, lamentou.

Como outras redes sociais na China, o WeChat, administrado pela Tencent, bloqueia regularmente conteúdo considerado sensível pelas autoridades.

A pandemia matou oficialmente 3.900 pessoas em Wuhan, a grande maioria das mortes na China. O país conseguiu conter a pandemia na primavera, embora casos tenham surgido nas últimas semanas. Com menos de 90.000 pacientes, segundo dados oficiais, continua longe dos balanços no resto do mundo, que soma mais de 100 milhões de infetados.

Muitos parentes das vítimas dizem duvidar desses números, relatando que mortes ocorreram antes que pudessem ser identificadas como doentes com o coronavírus.

Uma aposentada, que acredita que a filha foi vítima do vírus em janeiro de 2020, contou à AFP que foi convocada na semana passada pelas autoridades, que a ordenaram que não “falasse com a imprensa”. “Depois disto, vieram a minha casa e deram-me 5.000 yuan (640 euros) como condolências”, testemunhou.

Questionado pela AFP, o governo de Wuhan não respondeu às perguntas relacionadas com os pedidos das famílias.

Zhang Hai pediu aos especialistas da OMS que tivessem “coragem” de se reunir com as famílias, dizendo temer que fossem enganados pelas autoridades ou restringidos durante a investigação. O depoimento de famílias sobre a explosão do vírus em Wuhan, continuou, pode esclarecer os investigadores, já que Pequim recusa assumir responsabilidades.

Segundo os primeiros elementos fornecidos por investigadores chineses no início de 2020, o vírus teria sido transmitido por um morcego a outro animal, antes de ser transmitido para os humanos. A contaminação teria ocorrido num mercado de Wuhan onde animais selvagens, incluindo pangolins, foram vendidos vivos.

Outra teoria, difundida em particular pelo ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, culpa o laboratório de virologia de Wuhan, onde se investiga o coronavírus. Não ficou claro se os especialistas internacionais terão acesso a este laboratório durante sua estada em Wuhan.

Pandemia no Twitter antes de se falar em covid-19

Uma equipa de investigadores da Escola de Estudos Avançados em Institutos, Mercados e Tecnologias (IMT), de Lucca, na Itália, analisou publicações no Twitter sobre “pneumonias desconhecidas” e “tosse seca”, concluindo que semanas antes dos primeiros casos públicos de covid-19 na Europa já havia sinais do vírus na rede social.

O Público noticiou que foram identificados relatos sobre pneumonia desconhecida no Twitter entre o final de 2019 e o início de 2020, que acreditam representar os primeiros casos de covid-19 na Europa. No estudo, publicado na Scientific Reports, foram analisadas 891 mil publicações.

Em janeiro de 2020, houve 13 mil publicações sobre “pneumonias desconhecidas” em regiões onde semanas mais tarde foram identificados os primeiros casos, como Lombardia, na Itália, Madrid, em Espanha, e Île-de-France, em França.

“Estas descobertas apontam para a urgência de criar um sistema de vigilância digital integrado para que as redes sociais possam ajudar a localizar cadeias de contágio”, disse a equipa. “Falhas em identificar os primeiros sinais [de covid-19] deixaram muitos governos nacionais cegos quanto à escala da emergência de saúde pública que estava para chegar [em 2020]”, acrescentou.

Os autores criaram uma base de dados com todas as mensagens publicadas no Twitter com os termos “pneumonia” e “tosse seca” nas sete línguas mais faladas da União Europeia (inglês, alemão, francês, italiano, espanhol, polaco e holandês) entre dezembro de 2014 e 01 de março de 2020.

“Optámos pelo Twitter devido à ampla utilização da plataforma nos países europeus e também porque os dados podiam ser obtidos sem violar a privacidade”, esclareceu ao Público Pietro Panzarasa, um dos investigadores envolvidos no estudo.

“O nosso estudo [é mais uma] prova de que as redes sociais podem ser uma fonte útil na vigilância epidemiológica”, reforçou em comunicado Massimo Riccaboni, professor que coordenou o estudo. “Isto pode ajudar a intercetar os primeiros sinais de uma nova doença antes que prolifere escondida, e também rastrear a sua proliferação”, referiu.

https://zap.aeiou.pt/familiares-vitimas-china-falar-oms-376136

Falsas vacinas à venda na Internet são grande risco para a saúde !

Embora milhões de pessoas tenham sido já vacinadas contra a covid-19 nos países ricos, proliferam as fraudes na Internet com fármacos falsos que representam um grande risco para a saúde, alertaram peritos das Nações Unidas.


As fraudes na Internet dispararam porque existe uma procura que não é atendida pelas vias legais e a pressa ou o desespero de algumas pessoas para se imunizarem levam-nas ao mercado ilegal, escreve a agência Efe.

Na deep web oferecem-se vacinas falsas com nomes de distintas farmacêuticas, com preços desde os 120 dólares (cerca de 98,4 euros) até mais de mil dólares. Estes produtos, em caso de existirem, podem conter material tóxico muito nocivo para a saúde.

“Creio que muitas dessas vacinas não existem em absoluto: É uma fraude em sentido estrito. Se compras, não recebes nada. É uma forma muito fácil de tentar ganhar dinheiro”, explicou à Efe o maior perito das Nações Unidas em cibercriminalidade, Neil Walsh.

“E no caso de se receber algo, pode estar-se seguro de que não será a vacina real“, disse Walsh.

“No melhor dos casos será um placebo e no pior pode ter elementos químicos prejudiciais”, resumiu o diretor do programa contra a cibercriminalidade da agência das Nações Unidas contra a Droga e o Delito (ONUDD).

Mesmo no improvável caso de ser uma embalagem de vacinas autênticas roubada, seguramente não foi mantida em condições sanitárias para o seu uso – como a cadeia de frio – sublinhou o especialista.

Walsh assegurou que nunca se deparou no submundo da Web com vacinas autênticas, apesar de reconhecer que o seu departamento precisa de meios para rastrear em profundidade todos os ângulos.

Muitas dessas fraudes com produtos inexistentes ou falsos não pretendem apenas ganhar umas centenas de dólares, mas aceder a algo muito mais valioso: os dados pessoais dos compradores.

“Um dos produtos mais fáceis de vender no mundo cibercriminal são os dados pessoais. Se alguém tem o teu correio eletrónico, nome, data de nascimento, morada e número de telefone, todos esses dados juntos são muito úteis para delinquentes que procuram assumir a sua identidade”, disse.

Além da fraude, a preocupação de Walsh é a desinformação e os efeitos negativos que estes fármacos falsos podem ter, ao gerarem dúvidas sobre as vacinas autênticas.

O conselho: não comprar nunca estas vacinas na Internet e utilizar o senso comum.

“Se nem governos puderam aceder a vacinas ou comprá-las, como é que eu encontrei uma na net?”, resumiu o perito da ONU.

O problema com medicamentos falsificados é muito anterior à pandemia. A ONUDD denuncia há anos que o crime organizado ganha milhares de milhões de dólares a vender medicamentos falsos.

Cerca de 80% desses fármacos fraudulentos vende-se em países em desenvolvimento de África e da Ásia, a maioria proveniente da Ásia.

Uma investigação da Organização Mundial de Saúde (OMS), de 2017, concluiu que um em cada 10 medicamentos nos países em desenvolvimento era falsificado, o que estaria por trás da morte de dezenas de milhares de pessoas todos os anos.

A covid deu um impulso ao mercado de medicamentos falsos, não só porque agora há mais, mas também porque abriu novos mercados, como o ocidental, onde se pode ganhar muito dinheiro”, explicou à Efe Angela Me, investigadora chefe de análises e tendências na ONUDD.

A perita afirmou que o crime organizado aproveita sempre a brecha entre a oferta e a procura e recordou que proliferaram na primavera as fraudes com produtos sanitários básicos porque escasseavam, mas à medida que a indústria legal foi cobrindo a necessidade, os engodos foram desaparecendo.

O mesmo sucede agora com as vacinas, insistiu Me.

“Isto estava destinado a acontecer porque as organizações criminosas atuam muito rápido onde podem ganhar dinheiro”, concluiu.

Defendeu, por isso, que o problema irá desaparecer nos países mais ricos, à medida que avancem os programas de vacinação, mas alertou que persistirá nos países em desenvolvimento, onde os fármacos chegarão mais tarde.

https://zap.aeiou.pt/falsas-vacinas-venda-internet-376242

 

Voto prévio no Senado aponta para absolvição de Trump !

Na terça-feira, 45 dos 50 republicanos no Senado votaram contra a continuidade do julgamento ao ex-Presidente Donald Trump, considerando inconstitucional que um chefe de Estado que já terminou o mandato seja julgado no Congresso.


De acordo com o Expresso, cinco senadores republicanos votaram a favor, mas são necessários 17. Este voto prévio, indicou o semanário, pode indicar que os republicanos não pretendem para condenar Trump por incitamento à insurreição devido à invasão do Capitólio por vários dos seus apoiantes. Cinco pessoas morreram nos confrontos.

Segundo o Expresso, os cinco republicanos que consideram constitucional este julgamento podem considerar que não foram apresentadas provas conclusivas sobre o alegado envolvimento do ex-Presidente no incitamento daquela violência.

Além disso, mesmo que estes cinco votos sejam alterados, são ainda precisos mais 12 para que Trump seja julgado.

“Ainda que a Câmara dos Representantes impugne o Presidente Trump esta semana, o julgamento do Senado sobre essa impugnação não começará antes de Trump deixar o cargo e o Presidente eleito Biden tomar posse a 20 de janeiro. Esse julgamento no Senado seria inconstitucional”, indicou o ex-juiz desembargador Michael Luttig ao Washington Post, antes de a Câmara dos Representantes ter aprovado os artigos de ‘impeachment’.

https://zap.aeiou.pt/voto-previo-senado-absolvicao-trump-376118

 

Polícia francesa acusada de usar critérios racistas em verificações de identidade !

Seis organizações não-governamentais avançaram com um processo judicial contra a França por alegada discriminação racial por parte da polícia nas ações de verificação de identidade.


As organizações, incluindo a Human Rights Watch e a Amnistia Internacional, consideram que a polícia francesa apresenta um padrão racial que “visa pessoas de ascendência africana ou árabe” nas verificações de identidade, no país.

Os grupos de direitos humanos não vão pedir compensações e indemnizações por danos causados, mas exigem a aplicação de “profundas reformas” que venham a garantir que fatores de ordem racial não sejam determinantes na ação da polícia.

O primeiro-ministro, e os ministros do Interior e da Justiça do governo de França foram notificados por carta.

As várias organizações não-governamentais tencionam fornecer mais detalhes sobre a ação judicial mais tarde numa conferência de imprensa, em Paris.

Esta não é a primeira vez que a polícia francesa é acusada de atitudes racistas.

Em novembro de 2020, três policias franceses foram suspensos depois de terem sido filmados a espancar um produtor de música, no seu estúdio em Paris.

O produtor de música explicou que estava a andar na rua sem máscara – violando uma das regras para conter a pandemia de covid-19 – e que entrou no estúdio assim que viu a polícia, para evitar ser multado. No entanto, os agentes seguiram-no para dentro do estúdio e atacaram-no, disse.

Perante este tipo de acontecimentos, no passado, Emmanuel Macron já tinha prometido lutar contra a violência da polícia, um fenómeno que, no entanto, salientou tratar-se de casos isolados e não de um problema generalizado às forças policiais.

https://zap.aeiou.pt/policia-francesa-criterios-racistas-376053

 

Prepararem-se para o pior apagão da internet e será pior que a pandemia !

International Post Research Ok

quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

Três sismos abalaram a cidade de Granada na passada noite !

Mais de meio milhão de pessoas que vivem em Granada, sul de Espanha, despertaram hoje inquietas depois do sobressalto causado durante a noite por três sismos de magnitude superior a quatro graus seguidos de 30 réplicas menores.

“Vários sismos fizeram tremer Granada de novo esta noite. Compreendo a preocupação de milhares de pessoas. É tempo de manter a calma e seguir as indicações dos serviços de emergência”, disse o primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, na rede social Twitter.

As televisões espanholas mostram imagens publicadas por populares nas redes sociais em que se veem pessoas com casacos por cima de pijamas que saíram a meio da noite para rua, apesar do recolher obrigatório na região por causa da pandemia de covid-19.

Os três tremores de terra quase consecutivos tiveram o seu epicentro na localidade de Santa Fé, a cerca de 10 km de Granada, e magnitude de 4,2 graus (22:36), 4,2 (22:44) e 4,5 (22:54), de acordo com o Instituto Geográfico Nacional espanhol.

No sábado passado, um tremor de terra de 4,4 graus de magnitude já tinha sido sentido nas localidades de Atarfe e de Santa Fé.

Desde o início de dezembro do ano passado, ocorreram cerca de 300 sismos na região, explica o Instituto Geográfico, dos quais cerca de 40 foram sentidos pela população”.

O sismo de sábado apenas causou alguns danos, como pequenas fendas ou queda de objetos (livros, pratos) no epicentro, segundo a instituição.

O Instituto Geográfico espanhol explica que esta atividade sísmica “é habitual” nesta região, “especialmente dentro da zona central da Cordilheira Bética”, um maciço montanhoso no sul de Espanha, que tem a maior atividade sísmica da Península Ibérica, devido à “convergência entre a placa africana e a placa euro-asiática”.

https://zap.aeiou.pt/sismos-granada-pedro-sanchez-376061

 

Alemanha admite reduzir tráfego aéreo “a quase nada” - Irlanda prolonga terceiro confinamento !

A Alemanha admite reduzir “a quase nada” o tráfego internacional com destino ao seu território devido à pandemia de covid-19, anunciou esta terça-feira o ministro do Interior.


“O perigo representado pelas diferentes mutações do vírus exige que examinemos e discutamos no Governo medidas mais drásticas”, disse Horst Seehofer em declarações ao diário Bild.

Entre as medidas a adotar, o ministro indicou “controlos mais estritos nas fronteiras, em particular com as zonas consideradas de risco muito elevado, mas também a redução a quase nada do tráfego aéreo com destino à Alemanha, como faz atualmente Israel”.

“A população, que na Alemanha aceita importantes restrições” face à pandemia, “espera de nós a melhor proteção possível face a uma explosão do número de casos”, declarou ainda Seehofer.

O número diário de novas infeções no país registou uma redução nos últimos dias, no patamar das 10 mil, após as novas medidas de restrição previstas até meados de fevereiro. No entanto, as mortes continuam elevadas, cerca de mil por dia, e as autoridades estão sobretudo apreensivas face a um próximo recrudescimento devido às diversas mutações do vírus.

De acordo com diversos media, e numa reunião à porta fechada com os seus deputados, a chanceler Angela Merkel admitiu a eventualidade de uma interrupção ou de uma forte redução do tráfego aéreo internacional.

Irlanda prolonga terceiro confinamento

A Irlanda vai prolongar até 5 de março o confinamento em vigor, o terceiro, e adotar a quarentena obrigatória para quem entra no país, de forma a combater a pandemia de covid-19, anunciou esta quarta-feira o primeiro-ministro, Micheál Martin.

“O governo decidiu prolongar todas as restrições atuais até 5 de março para reduzir o número de pessoas infetadas com a doença. A mensagem para as pessoas nas próximas seis semanas é muito simples: fiquem em casa, não viajem”, afirmou Martin.

Lojas não essenciais, bares, restaurantes e escolas terão de permanecer encerrados, ampliando as medidas tomadas no início de janeiro num país que já contabilizou 2.997 mortes pela covid-19, numa população de cinco milhões de habitantes.

Entretanto, salvo “algumas exceções”, “qualquer pessoa que entre [na Irlanda] vinda do exterior vai estar sujeita à quarentena obrigatória”, segundo o vice-primeiro-ministro, Leo Varadkar. Na maioria dos casos, os recém-chegados podem ficar em quarentena em casa, mas que “pela primeira vez será obrigatório e deixa de ser indicativo”, explicou.

Todos os viajantes do Brasil e da África do Sul, por outro lado, vão ter de passar uma quarentena obrigatória em “instalações designadas”, segundo o primeiro-ministro.

Viajantes de outros países que não tiverem um teste negativo em 72 horas vão precisar também de ser submetidos a quarentena em hotéis designados.

Viagens de curta duração, que não exijam visto, da África do Sul ou da América do Sul vão também ser proibidas “pelo menos” até 5 de março, prosseguiu Martin.

Pela primeira vez, estas novas restrições vão ser aplicadas a todos os portos e aeroportos da ilha da Irlanda — incluindo os da província britânica da Irlanda do Norte. A polícia vai fortalecer os postes de controlo perto de portos e aeroportos para fazer cumprir o atual limite de cinco quilómetros para viagens não essenciais.

Depois de passar pelas duas primeiras vagas da pandemia com baixos números de casos e mortes, a Irlanda atingiu recentemente uma das maiores taxa de infeções por milhão de habitante do mundo, segundo dados da Universidade de Oxford.

Hong Kong instaura confinamentos sem aviso prévio

Hong Kong confinou inesperadamente e sem aviso na terça-feira uma parte da cidade, para testar todos os residentes, tendo os acessos sido fechados pela polícia, numa nova estratégia para combater a pandemia.

De acordo com a agência de notícias France-Presse (AFP), a polícia isolou um perímetro em torno de cerca de 20 edifícios densamente povoados no bairro de Yau Ma Tei, localizado no sul da península de Hong Kong.

A chefe do executivo, Carrie Lam, explicou que estes “confinamentos sem aviso prévio” são necessários para impedir a fuga de pessoas antes do destacamento dos profissionais de saúde encarregados de realizar o rastreio. “Agradeço às pessoas desta área restringida pela sua cooperação”, escreveu Lam na rede social Facebook, já depois de o bloqueio ter sido levantado.

No último fim de semana, um confinamento durante dois dias noutra zona da cidade foi divulgado algumas horas antes na imprensa local, após uma fuga de informação.

Durante a operação de terça-feira, mais pequena que a do fim de semana, cerca de 330 residentes foram testados, tendo sido detetado apenas um caso de covid-19.

As autoridades do território sob administração chinesa avisaram que mais confinamentos deste tipo poderão ser necessários nos próximos dias. Nas últimas semanas, surgiram novos surtos em bairros muito pobres, revelando enormes desigualdades naquele centro financeiro internacional.

O tamanho médio das habitações é de 46 metros quadrados, que podem custar cerca de 7 milhões de dólares de Hong Kong (740 mi euros). Muitas pessoas são forçadas a viver em alojamentos mais pequenos, divididos em unidades minúsculas, com menos de cinco metros quadrados e espaço para pouco mais que uma cama, partilhando frequentemente as cozinhas e casas de banho com vários inquilinos. É neste tipo de edifícios que tem ocorrido a maioria dos novos surtos nas últimas semanas.

Roménia não exige quarentena a turistas vacinados

De acordo com a Lonely Planet, depois do Chipre e das Ilhas Seychelles, a Roménia decidiu abolir o período de quarentena obrigatório à chegada ao país para quem tiver recebido a vacina contra a covid-19, sendo que a segunda dose tem de ter sido administrada há, pelo menos, dez dias antes da chegada ao país. Os viajantes têm de apresentar um documento que comprove a toma da vacina.

A decisão, tomada pelo Comité Nacional para Situações de Emergência da Roménia a 18 de janeiro, surge como consequência da diminuição do número de infeções no país e de forma a criar condições para a retoma da atividade económica.

A medida tem efeito para os viajantes que partam de um dos países incluídos na “lista amarela”, assinalados como sendo de “alto risco epidemiológico”, obrigados a ficar em quarentena à chegada à Roménia por um período de 14 dias.

A lista é atualizada periodicamente e integra, atualmente, cerca de 50 países ou regiões, incluindo Portugal, Reino Unido, Estados Unidos, Suécia, Dinamarca, Espanha, Itália, África do Sul, França, entre outros.

https://zap.aeiou.pt/alemanha-admite-reduzir-trafego-aereo-quase-nada-irlanda-376035

 

Apesar de serem prioritários, nem todos os indígenas estão a ser vacinados - Bolsonaro passa a defender vacinas !

Por esquecimento ou ceticismo, o processo de vacinação na comunidade indígena não está a correr de forma tão fluída como se esperava, mesmo com o grupo a ser considerado prioritário. Com 8,9 milhões de casos, e uma altura em que já morreram 219 mil de pessoas no Brasil, Bolsonaro muda o seu discurso anti-vacinas.


Apesar de os povos indígenas terem sido incluídos no grupo prioritário da primeira fase do plano nacional de vacinação, a maioria deles é exceção.

“Não há surpresa quanto à prioridade da vacinação para os indígenas. Em campanhas de vacinação anteriores, de prevenção de outras doenças, os indígenas foram também grupos prioritários. Isso ocorre porque são um grupo que possui uma imunidade mais baixa e são socialmente vulneráveis”, explica ao Expresso Priscilla Schwarzenholz, da organização Survival International Brasil.

Porém, “a prioridade foi dada apenas aos indígenas que vivem em aldeias, excluindo os que vivem nas cidades”, como os moradores do Parque das Tribos.

Entre os beneficiários estão milhares de membros da tribo Warao, oriunda da zona do delta do rio Orinoco, na Venezuela, que vive refugiada no Brasil desde o colapso económico do país, em 2018.

A exclusão de parte significativa da população indígena é incompreensível à luz dos números da pandemia, que comprovam a vulnerabilidade das tribos. “Os dados de infeção e óbitos de indígenas pela covid-19 mostram que ambas as taxas superam a média nacional”, diz a ativista brasileira.

“Os indígenas da região amazónica são cinco vezes mais atingidos pela covid-19 do que o resto do Brasil”, particulariza Priscilla Schwarzenholz.

“Esses povos são os mais vulneráveis do planeta. O contacto com o vírus pode significar o extermínio de todo um grupo.”

Para controlar estas maleitas, as vacinas têm sido fundamentais, como agora acontece em relação à covid-19. Mas como em qualquer sociedade desenvolvida, também entre os indígenas há resistência à toma da vacina, pois são vulneráveis à propagação de mentiras e boatos.

Na reserva guarani Te’yikue, no estado de Mato Grosso do Sul, acredita-se que a doença surge de feitiços e “espíritos maus” e que quem for vacinado virará vampiro. Mensagens de WhatsApp dizem que os índios são um grupo prioritário para funcionarem como cobaias e que a vacina provoca cancro e altera o ADN das pessoas.

Na sexta-feira passada, a APIB lançou a campanha “Vacina, Parente!” para exigir ao Governo federal a imunização de toda a população indígena e combater a desinformação. “Parente” é a expressão usada nas tribos para denominar indígenas de todas as etnias e diferenciá-los dos não-índios.

Jair Bolsonaro é um dos principais porta-vozes da atitude anti-vacinas no Brasil. O Presidente já disse não ter intenção de ser vacinado e alertou para efeitos colaterais em termos dignos de um filme de ficção. “Se você virar um jacaré, é problema seu”.

A forma como o Presidente desincentiva à toma da vacina é apenas a última das manifestações negligentes de Bolsonaro em relação aos povos indígenas. “Desde que Bolsonaro ganhou as eleições, o número de invasões e ataques a comunidades indígenas aumentou drasticamente”, refere Priscilla Schwarzenholz.

“O Governo Bolsonaro também está a incentivar a disseminação da covid-19 em territórios indígenas, deixando de os proteger contra invasores e bloqueando planos de proteção para o combate do vírus nas aldeias”, acrescenta.

Este histórico do Presidente brasileiro levou dois “caciques” (chefes índios) a denunciar Bolsonaro, sexta-feira passada, diante do Tribunal Penal Internacional (TPI) por crimes contra a Humanidade.

Raoni Metuktire e Almir Suruí responsabilizam Bolsonaro pelo avanço do desmatamento e das queimadas na região da Amazónia.

A queixa pretende também que o TPI reconheça o crime de ecocídio – destruição do meio ambiente a um nível tal que comprometa a vida humana – em face das consequências ambientais da política de Bolsonaro.

Bolsonaro muda discurso

O Presidente do Brasil mudou o tom do seu discurso sobre a pandemia, que colocava em causa a eficácia das vacinas contra a covid-19, e passou a defender que a vacinação em massa fará com que a “economia não deixe de funcionar”.

“Já somos o sexto país que mais vacinou no mundo. Brevemente estaremos nos primeiros lugares, para dar mais conforto à população, segurança a todos e de modo a que a nossa economia não deixe de funcionar”, disse Bolsonaro num evento virtual promovido pelo banco Credit Suisse.

O chefe de Estado brasileiro, que é um dos líderes mais céticos do mundo em relação à covid-19, contradisse afirmações suas anteriores ao alegar que sempre defendeu a compra de “qualquer vacina, uma vez aprovada pela Anvisa” [Agência Nacional de Vigilância Sanitária].

Em novembro passado, Bolsonaro afirmou publicamente que não compraria doses da CoronaVac, vacina desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac, alegando que a “vacina chinesa” não tinha comprovação científica de eficácia aprovada pela Anvisa e, mesmo se tivesse, não interessava ao Governo brasileiro.

Ainda assim, esta mudança de discurso não convence.

Vários líderes religiosos do Brasil entraram terça-feira com um pedido de destituição contra o Presidente, Jair Bolsonaro, por alegada negligência no combate à covid-19, num documento assinado por 380 pessoas, entre as quais bispos e pastores.

O pedido foi entregue esta terça-feira à Câmara dos Deputados do Brasil, cabendo-lhe analisar esta e as restantes 61 outras solicitações já apresentadas.

Entre os signatários do documento estão bispos, padres católicos, anglicanos, luteranos, metodistas e também pastores. O pedido tem apoio do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil, da Comissão Brasileira Justiça e Paz da Confederação Nacional de Bispos do Brasil (CNBB) e da Aliança de Batistas do Brasil.

“A motivação principal deste pedido está relacionada com a ausência total de iniciativas da parte do Governo para diminuir e conter os impactos da pandemia de covid-19. O sufoco de Manaus é o sufoco do país inteiro, que neste momento tem população abandonada porque temos um Governo que nega o direito à vida”, defendeu por sua vez a pastora e representante do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs, Romi Márcia Bencke.

https://zap.aeiou.pt/indigenas-vacinados-bolsonaro-375998

 

Biden já falou ao telefone com Putin e divergiu da postura complacente de Trump !

O novo Presidente dos Estados Unidos falou com o seu homólogo russo, esta terça-feira, naquela que foi a primeira conversa telefónica entre os dois líderes mundiais.


Na chamada telefónica, Biden divergiu da postura mais complacente do seu antecessor, Donald Trump, em relação à Rússia, procurando aumentar a pressão sobre Putin, mas também preservar espaço para a diplomacia entre os dois países. Isto numa altura em que se aproxima o fim da vigência do tratado de controlo de armas nucleares entre ambos, segundo dois responsáveis da administração Biden ouvidos pela AP.

Na chamada, solicitada pelo chefe de Estado russo na semana passada, Biden defendeu que os dois países devem concluir uma extensão por cinco anos do tratado “New START”, o último entre os dois países sobre a questão, adiantaram as mesmas fontes.

Nos últimos dias, o sucessor de Trump manteve contactos com os aliados europeus, nomeadamente Reino Unido, França e Alemanha, e ainda esta terça-feira conversou com o secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg.

Biden disse que a sua administração está a avaliar o impacto do ataque cibernético SolarWinds, que penetrou nos sistemas informáticos de diversos departamentos do Governo norte-americano, incluindo o do Tesouro, e ainda informações de que a Rússia ofereceu recompensas a militantes radicais islâmicos talibãs para matar soldados norte-americanos no Afeganistão.

O Presidente norte-americano, ainda segundo as mesmas fontes, disse mesmo que os Estados Unidos podem retaliar através de sanções para se assegurarem de que a Rússia não comete tais atos com impunidade.

Em relação às alegadas interferências russas nas eleições norte-americanas de 2016 e 2020, Biden disse a Putin ter elementos concretos sobre as mesmas.

Outro assunto levantado pelo novo Presidente norte-americano foi a detenção do oposicionista Alexei Navalny e a repressão de manifestantes pacíficos com recurso a violência pelas forças policiais, atos que no passado sábado a Administração norte-americana já tinha condenado.

Segundo o comunicado emitido pelo Kremlin, o Presidente russo afirmou na conversa telefónica que uma “normalização” das relações bilaterais é desejável para os interesses dos dois países, mas também para os “de toda a comunidade internacional, dada a responsabilidade especial dos dois em manter a segurança e estabilidade no mundo”.

Tal como no caso norte-americano, o comunicado russo refere que os dois países trocaram documentação tendo em vista a extensão do acordo “New START”. “Nos próximos dias, as duas partes irão concluir os procedimentos necessários para assegurar o contínuo funcionamento” do pacto, que expira a 5 de fevereiro, refere ainda o Kremlin.

O New START foi assinado, em 2010, entre o ex-Presidente norte-americano Barack Obama e o ex-Presidente russo Dimitri Medvedev, limitando o arsenal de cada país a 1550 ogivas nucleares e 700 mísseis balísticos e bombardeiros, contemplando ainda medidas de controlo rigorosas para verificar o cumprimento.

https://zap.aeiou.pt/biden-falou-telefone-putin-376012

 

Voos e 2 mil libras - Reino Unido oferece incentivos a cidadãos da UE que queiram abandonar o país !

O Governo britânico está a oferecer incentivos financeiros para os cidadãos da União Europeia (UE) deixarem o Reino Unido, meses antes do prazo para solicitar o estatuto de residente permanente


De acordo com o jornal britânico The Guardian, os cidadãos da União Europeia (UE) foram discretamente adicionados ao regime de regresso voluntário do Governo, onde um apoio financeiro é oferecido como um incentivo para regressar ao seu país de origem.

Os pagamentos podem incluir voos e até 2.000 libras. O objetivo, segundo o diário, é ajudar alguns migrantes no Reino Unido a partirem voluntariamente.

Pessoas que trabalham para ajudar cidadãos vulneráveis ​​da UE no Reino Unido disseram que a oferta de dinheiro para voltar para o seu país de origem contradiz a alegação do Governo de que está a fazer tudo o que pode para encorajar as pessoas a registar-se para obter o estatuto de residente permanente.

O prazo para os europeus que vivem no Reino Unido se candidatarem ao regime de residente permanente é 30 de junho.

“Está claro no nosso trabalho de caso que alguns dos cidadãos mais vulneráveis ​​da UE ainda não resolveram a sua situação. Barreiras à aplicação e atrasos na tomada de decisões do Home Office continuam a ser fatores significativos. Esta mensagem confusa sobre o estatuto estabelecido de um lado e os retornos voluntários do outro prejudica seriamente a alegação do governo de que os direitos dos europeus vulneráveis ​​serão protegidos após o Brexit”, disse Benjamin Morgan, que dirige o projeto de direitos dos sem-abrigo da UE no Public Interest Law Center.

“Algumas pessoas podem optar por não obter o estatuto e podem não querer permanecer no Reino Unido após o prazo. É por isso que escrevemos às partes interessadas para informá-los de que os cidadãos que desejam deixar o Reino Unido podem agora ser elegíveis para apoio para ajudá-los a fazê-lo sob o esquema de retorno voluntário”, explicou um porta-voz do Home Office.

Esta notícia surge num momento em que um relatório o Conselho Conjunto para o Bem-Estar dos Imigrantes (JWCI) alertou que milhares de trabalhadores europeus corriam o risco de perder o seu direito legal de permanecer no Reino Unido.

O relatório adverte que milhares de cidadãos europeus que atualmente desempenham funções-chave de trabalhadores no setor de saúde, bem como aqueles que trabalham na construção, manufatura e agricultura, correm o risco de perder o seu estatudo no Reino Unido.

Também o Observatório da Migração expressou preocupação com o risco de alguns grupos não serem registados até 30 de junho. O ministro da imigração, Kevin Foster, disse que o relatório do JCWI apresentou “uma imagem incrivelmente enganosa do esquema de assentamento da UE”, uma vez que se baseou “numa pequena pesquisa com menos de 300 pessoas conduzida há um ano”.

“Desde então, milhões de pedidos foram recebidos pelo esquema”, disse Foster. “Já tivemos quase 4,9 milhões de inscrições para o esquema de assentamento da UE de enorme sucesso. Faltam agora menos de seis meses para o prazo final de 30 de junho de 2021 e eu encorajaria todos os elegíveis a inscreverem-se agora para garantirem os seus direitos sob a lei do Reino Unido”.

https://zap.aeiou.pt/reino-unido-oferece-ate-2-mil-libras-cidadaos-da-ue-queiram-376054

 

Descoberto fármaco “100 vezes mais potente” contra a covid-19 !

Uma equipa internacional de investigadores descobriu um medicamento antiviral que é “100 vezes mais potente” do que o remdesivir no tratamento da covid-19. Trata-se de um fármaco usado para tratar um cancro sanguíneo, que só foi aprovado na Austrália.


O composto químico plitidepsina, fabricado em Espanha a partir de uma substância produzida por um tipo de moluscos do mar Mediterrâneo conhecidos como seringas-do-mar, foi testado por uma equipa de cientistas internacionais como possível tratamento contra a covid-19.

Os testes em laboratório, liderados pelo virologista Adolfo García-Sastre, do Hospital Monte Sinai de Nova Iorque, concluíram que o fármaco é “100 vezes mais potente” do que o Remdesivir, que foi o primeiro antiviral aprovado para tratar a covid-19 e que não é totalmente eficaz.

Estes resultados foram publicados num artigo na revista Science e a investigação contou com a participação de especialistas da Universidade da Califórnia e do Instituto Pasteur, em Paris.

A plitidepsina é usada no medicamento Aplidina, desenvolvido pela empresa espanhola Pharmamar, que trata um cancro sanguíneo conhecido por mieloma múltiplo. Contudo, até agora, o medicamento só foi aprovado na Austrália.

“Mais potente do que o remdesivir”

Ainda não foi encontrado nenhum medicamento que se tenha revelado plenamente eficaz no tratamento da covid-19. Os médicos têm usado uma combinação de vários fármacos que podem ajudar a controlar certas complicações provocadas pela infecção, mas que não tratam efectivamente a doença.

Contudo, os investigadores acreditam que a plitidepsina pode vir a ser esse tratamento que tanta falta faz.

Este medicamento sintético baseia-se numa substância produzida por uma espécie de ascídias, organismos marinhos conhecidos como seringas-do-mar, e que podem ser encontradas no Mediterrâneo, presas às rochas, a conchas ou ao fundo de navios.

O estudo agora publicado nota que a plitidepsina “possui actividade anti-viral” e que se revela “mais potente do que o remdesivir contra o SARS-CoV-2” em testes in vitro, com “toxicidade limitada nas culturas de células”.

As experiências foram feitas com células humanas em laboratório e também com ratos infectados com covid-19.

Os investigadores notam que as conclusões indicam que é “uma terapêutica promissora” candidata a tratamento da covid-19, mas que também pode ajudar a criar outros antivirais genéricos contra muitos outros patógenos.

A investigação passou por analisar 47 substâncias que poderiam interferir com a forma como as proteínas do coronavírus interagem com as proteínas humanas.

A plitidepsina foi a que melhores resultados revelou, demonstrando que “é entre 9 e 85 vezes mais eficaz” do que outros fármacos, “impedindo a multiplicação do vírus”, constatam os autores do estudo.

Os cientistas compararam os efeitos da plitidepsina com os do remdesivir em ratos infectados com covid-19 e concluíram que a primeira “reduz a replicação do vírus umas 100 vezes mais” e que ainda “combate a inflamação nas vias respiratórias”.

Não ataca o vírus, mas a proteína humana eEF1A

O medicamento “não ataca directamente o vírus, mas uma proteína humana de que este precisa para sequestrar a maquinaria biológica das células e usá-las para fazer centenas de milhares de cópias de si mesmo”, salientam os investigadores.

Assim, bloqueia a proteína humana conhecida como eEF1A, sem a qual o vírus não consegue replicar-se.

Isto significa que será também eficiente contra as novas variantes do coronavírus, já que o alvo é uma proteína humana e a genética humana muda mais devagar do que a genética do vírus.

“A investigação confirma tanto a potente actividade como o alto índice terapêutico da plitidepsina que, dado o seu mecanismo especial de acção, inibe o SARS-CoV-2 independentemente de qual seja a sua mutação“, incluindo nas estirpes britânica, sul-africana e brasileira ou noutras variantes que possam aparecer, constata o presidente da Pharmamar, José María Fernández, em declarações ao El País.

Resultados prematuros

Contudo, estamos a falar de resultados preliminares, feitos em laboratório, em ambientes controlados. São, portanto, necessários estudos clínicos em ambientes hospitalares com pacientes de covid-19, para tirar conclusões.

A Pharmamar refere que, no início da pandemia, foram feitos alguns ensaios clínicos e que se confirmou que “o medicamento reduz a carga viral em pacientes hospitalizados“, conforme cita o El País. Mas não existem dados científicos que o comprovem.

A empresa espanhola já anunciou que vai pedir autorização para fazer um ensaio clínico de fase III – que implicam o envolvimento de um elevado número de doentes de diferentes hospitais e podem demorar vários anos a completar – em pacientes hospitalizados com covid-19 em vários países.

https://zap.aeiou.pt/farmaco-100-vezes-potente-covid-375896

Relatório alerta para insuficiente preparação dos laboratórios para próxima Pandemia !

 

As maiores empresas farmacêuticas do mundo estão pouco preparadas para a próxima pandemia, apesar da crescente resposta à covid-19, alertou um relatório da Access to Medicine Foundation, divulgado esta terça-feira.

Neste relatório, Jayasree K Iyer, diretora executiva da organização sem fins lucrativos sediada na Holanda, destacou o vírus Nipah, na China, que uma taxa de mortalidade de até 75%, como o próximo que poderá originar uma pandemia, noticiou o Guardian.

“O Nipah é outra doença infeciosa emergente que causa grande preocupação”, referiu a responsável, acrescentando que este vírus “pode explodir a qualquer momento”. “A próxima pandemia pode ser uma infeção resistente a medicamentos”, sublinhou.

O Nipah pode causar problemas respiratórios graves e encefalite e tem uma taxa de mortalidade de 40% a 75%, dependendo de onde ocorre o surto, sendo os morcegos o seu hospedeiro natural. Surtos em Bangladesh e na Índia estão, provavelmente, relacionados ao consumo de sumo de tâmaras.

Esta é uma das 16 doenças infeciosas identificadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) com maior risco para a saúde pública, sem projetos de investigação nas empresas farmacêuticas, de acordo com o relatório bienal da fundação.

A lista elaborada pela fundação inclui ainda a febre do vale do Rift, a Síndrome Respiratória do Médio Oriente (MERS) e a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) – doenças respiratórias causadas por coronavírus, com taxas de mortalidade muito mais altas do que a da covid-19, mas menos infeciosas.

Quatro produtos estão em desenvolvimento para o vírus chikungunya, transmitido por mosquito, que se espalhou rapidamente nos últimos anos na América, em África e na Índia: uma vacina, um medicamento, uma ferramenta de diagnóstico e um novo spray inseticida, da Bayer, que é também eficaz para os vírus da dengue e da zika.

Fêmea de Aedes aegypti, mosquito que pode transmitir três doenças: zika, dengue e chikungunya

O relatório afirmou que a indústria farmacêutica, bem como a sociedade, estavam mal preparadas para a covid-19, não havendo antes da pandemia projetos para o desenvolvimento de fármacos. Agora, há um total de 63 vacinas e medicamentos covid-19 aprovados ou em desenvolvimento.

A resistência antimicrobiana também apresenta sérios riscos. “Temos antibióticos que ainda funcionam, mas o tempo está a esgotar para desenvolver substitutos”, disse Iyer. “A tuberculose, que achávamos que poderia ser erradicada, espalha-se em algumas comunidades devido a estirpes resistentes”, apontou.

A responsável indicou que uma pandemia de agentes patogénicos resistentes a medicamentos não é apenas “impensável, é inevitável, a menos que a indústria farmacêutica se comprometa seriamente a desenvolver antibióticos substitutos”.

O relatório da fundação monitorizou 20 empresas farmacêuticas e a disponibilidade dos seus medicamentos para 82 doenças em países de baixa e média receita, verificando que os esforços dessas continuam a se concentrar em doenças como o VIH, a tuberculose, a malária, o cancro e, agora, a covid-19.

O documento mostrou ainda que, atualmente, muitos medicamentos não estão a chegar aos países de baixa e média receita, anos após o lançamento. Cerca de 64 dos 154 produtos analisados ​​não são cobertos por qualquer estratégia de acesso – preços equitativos, licenciamento voluntário ou doações – em nenhum dos 106 países examinados.

A farmacêutica britânica GSK ficou novamente no topo do índice elaborado pela fundação, seguindo-se a suíça Novartis e as norte-americanas Johnson & Johnson e Pfizer, numa lista onde constam igualmente a britânica AstraZeneca, a alemã Meck, a francesa Sanofi e a japonesa Takeda.

A Access to Medicine Foundation é financiada pelo Reino Unido e pela Holanda, pela Bill & Melinda Gates Foundation, pelo Wellcome Trust e pela Axa Investment Managers.

https://zap.aeiou.pt/farmaceuticas-preparadas-pandemia-relatorio-375873

 

Reino Unido ultrapassa 100 mil mortes !

O Reino Unido ultrapassou as 100 mil mortes desde o início da pandemia covid-19 ao registar mais 1.631 mortes nas últimas 24 horas, de acordo com dados publicados esta terça-feira pelo governo britânico. 


No total, o país registou desde o início da pandemia 100.162 mortes confirmadas, mas o balanço sobre para 103.602 se forem somados os casos cujas certidões de óbito fazem referência ao novo coronavírus como fator contributivo.

Este é um momento sombrio na pandemia. Cada morte é uma pessoa que era membro de uma família ou amigo”, lamentou a diretora médica da direção geral de saúde Public Health England, Yvonne Doyle, num comunicado.

Na segunda-feira tinham sido registadas 592 mortes e 22.195 novos casos de covid-19, mas os dados do fim de semana são regularmente mais baixos devido ao atraso no processamento administrativo.

Nas últimas 24 horas foram contabilizados 20.089 novos casos de infeção, mantendo a tendência de descida.

O quadro de dados também indica que, até agora, foram vacinadas 6.853.327 pessoas com uma primeira dose e 472.446 com a segunda dose de uma das duas vacinas atualmente aprovadas, a Pfizer/BioNTech e a Oxford/AstraZeneca.

O Reino Unido é o quinto país com maior número de mortes, atrás dos Estados Unidos, Índia, Brasil e México.

No início deste mês, o governo britânico avançou com um novo confinamento total, após ter sido detetada uma nova estirpe do Sars-CoV-2, mais contagiosa.

Segundo o The Guardian, a média de sete dias registada quarta-feira da semana passada era superior a 38 mil casos diários, indicando que o confinamento pudesse não estar a ser suficiente para fazer baixar o número de novas infeções.

A esperança era de que o lockdown pudesse ser levantado nos próximos meses, mas Boris Johnson já antecipou que pode durar até ao verão.

https://zap.aeiou.pt/reino-unido-ultrapassa-100-mil-mortes-375949

 

Ministro do Ambiente desafia eurodeputados a empenharem-se na lei climática !

O ministro do Ambiente desafiou esta segunda-feira o Parlamento Europeu a empenhar-se nas negociações com o Conselho Europeu para aprovar uma lei climática antes do fim do semestre.


“É inimaginável que a Europa não seja o primeiro continente a comprometer-se com a sua neutralidade carbónica”, declarou João Pedro Matos Fernandes numa audição virtual com a comissão do Parlamento Europeu para o Ambiente, assumindo que há divergências sobre como lá chegar mesmo no seio do Conselho Europeu.

“Pensam mal aqueles que acham que se não conseguirmos, a culpa é do Conselho. A culpa é de todos nós. Todos temos que fazer um trabalho para irmos ao encontro do que manifestamente os cidadãos europeus nos solicitam”, argumentou o ministro português, dirigindo-se aos deputados europeus que o questionaram sobre como é que a presidência portuguesa da União Europeia pretende agir.

Matos Fernandes assumiu que, mesmo dentro dos países da União Europeia, “há ainda posições divergentes” sobre temas como o “orçamento carbónico”, ou seja, o limite de emissões que cada país e a União como um todo tem para cumprir a meta de neutralidade carbónica, definida pela Comissão Europeia como 2050, e de limitação do aquecimento global.

“Posso garantir-vos que tudo faremos para que haja lei do clima no final deste semestre, mas não ponham a questão como se fosse só minha ou do conselho”, declarou, salientando que uma negociação só corre bem quando cada uma das partes define bem o que tem para dar, não apenas o que pretende da outra parte.

O ministro indicou que tem havido reuniões com os deputados europeus e afirmou esperar que o Parlamento “também tenha definido o que tem para dar neste processo”, com vista a aprovar uma lei do clima até ao fim da presidência portuguesa da União.

João Pedro Matos Fernandes salientou que, em relação aos esforços para atingir a neutralidade carbónica em 2050 e conseguir uma redução de 55% nas emissões até 2030, “é fundamental que se consiga fazer o caminho em conjunto”, notando que “quem está mais longe é também quem menos fez” na descarbonização da economia e na procura de uma transição energética para fontes “limpas”.

“É mesmo bom que cada país, dentro daquilo que pode fazer, tenha um compromisso muito sério para não ficar à espera que o país do lado o compense nas suas emissões”, afirmou.

Ressalvou que “a proposta do Conselho não é de uma obrigatoriedade para cada país, mas uma obrigatoriedade para o conjunto dos estados-membros” na redução de emissões.

Questionado sobre a designação de um “embaixador climático” para a Europa, à semelhança do que aconteceu com o ex-secretário de Estado norte-americano John Kerry, nomeado pela nova administração do Presidente Joe Biden, afirmou que a União Europeia “não sente necessidade” dessa figura porque “não tem que explicar nada ao mundo” em termos de ambição climática.

https://zap.aeiou.pt/ministro-eurodeputados-lei-climatica-375902

 

Biden quer substituir frota do Governo por carros elétricos produzidos na América !

O recém-empossado Presidente dos Estados Unidos quer substituir a atual frota do Governo norte-americano por carros elétricos. 


De acordo com o portal The Verge, o democrata Joe Biden iniciará em breve a eliminação dos veículos movidos a gás utilizados pelo Governo federal norte-americano, substituindo estes carros por outros movidos a eletricidade.

Durante a corrida à Casa Branca, Joe Biden prometeu trocar os veículos da frota do Governo por veículos elétricos fabricados nos Estados Unidos.

“O Governo federal possuiu uma enorme frota de veículos, que vamos substituir por veículos elétricos produzidos na América por trabalhadores americanos”, disse Joe Biden, citado pelo mesmo portal, em conferência de imprensa na passada segunda-feira.

O anúncio de Biden pode ser uma boa notícia para os fabricantes de elétricos sediados nos Estados Unidos, como é o caso da Tesla, Rivian e Lordstown, bem como os fabricantes de automóveis tradicionais, como a Ford e a General Motors.

Em 2019, existiam cerca de 650.000 veículos na frota do Governo federal: 245.000 veículos civis, 173.000 veículos militares e 225.000 veículos dos correios. Estes veículos percorreram, de forma combinada, cerca de 7 mil milhões de quilómetros em 2019.

O Presidente dos Estados Unidos prometeu ainda, sem avançar grandes detalhes sobre a iniciativa, criar um sistema de incentivos e descontos para que os consumidores substituíam os carros a gasolina por elétricos.

Biden tomou posse na semana passada e, no dia seguinte à cerimónia, assinou uma série de decretos que visam alterar o rumo dos Estados Unidos no combate à pandemia.

https://zap.aeiou.pt/biden-quer-substituir-frota-do-governo-carros-eletricos-375742

 

Irão aprova uso de vacina russa Sputnik V contra a covid-19 !

O Irão aprovou a vacina russa contra o coronavírus, anunciou esta terça-feira em Moscovo o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, cujo país está a ser profundamente afetado pela pandemia, mas rejeita as vacinas ocidentais.


“A vacina Sputnik V foi homologada ontem [segunda-feira] no Irão. Foi aprovada pelas nossas autoridades de saúde e, num futuro próximo, esperamos poder comprá-la, bem como iniciar a sua produção conjunta”, disse o chefe da diplomacia iraniana, Mohammad Javad Zarif, numa conferência após uma reunião com seu homólogo russo, Sergey Lavrov.

O Irão, um dos países mais afetados pela pandemia no Médio Oriente, recusa as vacinas ocidentais, por causa de tensões geopolíticas, e as autoridades mostraram a intenção de recorrer à Índia, China ou Rússia ou iniciar a sua própria produção, noticiou a agência Lusa.

Batizada como Sputnik V, em homenagem ao primeiro satélite lançado pela URSS em 1957, a vacina russa contra o coronavírus tem sido recebida com ceticismo, após um anúncio da sua utilização considerado prematuro, em agosto, antes mesmo do início dos ensaios clínicos em massa (fase 3) e da publicação de resultados científicos.

Desde então, a vacina foi registada em vários países, incluindo Emirados Árabes Unidos, Argentina, Hungria, territórios palestinos, Sérvia e Bielorrússia, entre outros. As autoridades russas também solicitaram o registo da sua vacina na União Europeia.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.140.687 mortos resultantes de mais de 99,6 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência AFP. A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

https://zap.aeiou.pt/irao-uso-vacina-russa-covid-19-375833

EUA incrementando presença no Mar Vermelho enfrentando a ameaça iraniana !


 
Os militares dos Estados Unidos marcaram a costa oeste da Arábia Saudita para uso do porto de Yanbu no Mar Vermelho e dois campos de aviação - a Base Aérea King Faisal em Tabuk e a Base Aérea King Fahd em Taif. Isso foi relatado pelos militares dos EUA a repórteres durante uma visita a Yanbu na segunda-feira, 25 de janeiro pelo general da marinha dos EUA Frank McKenzie, chefe do Comando Central dos EUA 
 
Enfatizando o princípio de respostas "flexíveis", McKenzie disse que o Golfo Pérsico "seria águas contestadas em qualquer cenário de conflito armado com o Irã, então você olha para os lugares para onde moveria suas forças assim que entrarem no teatro de uma área contestada ”, explicou o general aos jornalistas. “Essas são medidas de planejamento militar prudente que permitem o acesso temporário ou condicional às instalações em caso de contingência e não são provocativas de forma alguma, nem são uma expansão da pegada dos EUA na região, em geral, ou no reino da Arábia Saudita, em particular.

Cerca de 2.500 soldados americanos agora operam jatos de combate e baterias de mísseis Patriot na Base Aérea Prince Sultan, a sudeste de Riade.
No sábado, Riade sofreu um misterioso ataque aéreo, que o Departamento de Estado dos Estados Unidos do novo governo Biden condenou como "uma tentativa de alvejar civis". Ainda não está claro se foi um míssil ou um drone usado no ataque. Riade foi atacado novamente do norte do Iêmen na terça-feira.
Em um novo impulso no mês passado, a linguagem militar de Teerã foi menos matizada. Em meados de dezembro, durante a transição presidencial dos Estados Unidos, a marinha iraniana destacou seu maior navio de guerra Makran, um navio logístico que transporta 7 helicópteros, e o porta-mísseis Zereh para o estreito de Bab-el-Mandeb, ponto de estrangulamento do Mar Vermelho. “Estamos mais uma vez na região do Mar Vermelho”, disse o chefe da marinha, major-general Mohammad Hossein Bagher.
O presidente Joe Biden evidentemente fez um balanço das participações dos EUA na região combustível em torno do Irã e, como novo comandante-chefe, não perdeu tempo em colocar em movimento contra-passos militares. Washington está demonstrando sua prontidão para lidar com qualquer movimento de Teerã para testar a determinação do novo presidente, enquanto os militares mostram a bandeira antes das negociações nucleares para as quais os EUA e o Irã estão se preparando.
A costa oeste da Arábia Saudita fornece às instalações dos EUA no oeste da Arábia Saudita distância adicional do Irã e seus mísseis balísticos - por um lado. Mas, por outro lado, avançados “drones suicidas” Shahed-136 iranianos foram implantados no norte do Iêmen, controlado por Houthi. Eles são estimados em um alcance efetivo de 2.000 a 2.200 km. As bases de Israel, Arábia Saudita e EUA estão bem dentro do alcance.
Os clientes iemenitas do Irã também receberam barcos explosivos e minas, representando uma ameaça à espreita para o transporte marítimo do Mar Vermelho nesta importante rota marítima internacional.

https://www.debka.com

 

Taiwan realizando testes militares contra ameaça chinesa !

Sputnik Brasil

terça-feira, 26 de janeiro de 2021

Guterres pede aliança internacional para combater ascensão neonazi !

O secretário-geral das Nações Unidas pediu uma aliança internacional coordenada contra o crescimento do neonazismo e da supremacia branca, xenofobia, antissemitismo e discurso do ódio provocado, em parte, pela pandemia.

António Guterres falava, esta segunda-feira, no Dia Internacional da Lembrança do Holocausto da ONU, em que foi assinalado o 76.º aniversário da libertação do campo de concentração de Auschwitz-Birkenau, realizado virtualmente por causa da covid-19.

O secretário-geral da ONU defendeu uma ação global “para combater a propaganda e a desinformação” e apelou para uma maior educação sobre as ações nazis durante a II Guerra Mundial, salientando que quase dois terços dos jovens norte-americanos não sabem que seis milhões de judeus foram mortos durante o Holocausto.

O líder da ONU defendeu que a pandemia “exacerbou as injustiças e divisões de longa data”. “A propaganda que liga os judeus à pandemia, por exemplo, acusando-os de criar o vírus como parte de uma tentativa de dominação global, seria ridícula, se não fosse tão perigosa”, salientou.

“Esta é apenas a última manifestação de uma associação antissemita que data pelo menos do século XIV, quando os judeus foram acusados de espalhar a peste bubónica”, acrescentou.

O secretário-geral disse ser triste, mas não surpreendente, que a pandemia tenha desencadeado outra manifestação negacionista do Holocausto, de distorção e minimização da História.

“Na Europa, nos Estados Unidos e noutros lugares, os supremacistas brancos estão a organizar-se e a recrutar através das fronteiras, ostentando os símbolos e tropas nazis e a sua ambição assassina”, sustentou. “Tragicamente, após décadas na sombra, os neonazis e as suas ideias estão agora a ganhar terreno“, lamentou.

Em alguns países, adiantou Guterres, os neonazis infiltraram-se na polícia e nos serviços de segurança do Estado e as suas ideias podem ser ouvidas nos debates dos principais partidos políticos.

“A contínua ascensão da supremacia branca e da ideologia neonazi deve ser vista no contexto de um ataque global à verdade que reduziu o papel da ciência e da análise baseada em factos na vida pública”, disse.

Guterres alertou que a fragmentação dos media tradicionais e o crescimento das redes sociais estão a contribuir para a ausência de factos partilhados.

“Precisamos de uma ação global coordenada, à escala da ameaça que enfrentamos, para construir uma aliança contra o crescimento e propagação do neonazismo e da supremacia branca, e para combater a propaganda e a desinformação”, exortou.

https://zap.aeiou.pt/guterres-combate-ascensao-neonazi-375745
 

 

Destituição de Trump segue para o Senado com apresentação de acusação !

Representantes da câmara baixa do Congresso dos Estados Unidos apresentaram na segunda-feira a acusação contra o ex-Presidente norte-americano Donald Trump, dando início ao processo de destituição em 8 de fevereiro.


Os nove congressistas democratas apresentaram a acusação “por incitação à insurreição” depois de ter sido aprovada pela Câmara dos Representantes, em 13 de janeiro, por 232 votos a favor, incluindo dez republicanos, e 197 contra.

Esta será a primeira vez que o Senado julga um ex-Presidente dos Estados Unidos, o que levou alguns republicanos a questionarem a legalidade do processo.

Para que o Senado condene Trump, que teria como consequência a inabilitação política, é necessário um mínimo de 67 votos, ou dois terços, um número improvável de alcançar uma vez que democratas e republicanos têm 50 lugares cada.

Caso todos os democratas votem a favor da condenação de Trump, 17 legisladores republicanos também teriam que o fazer e vários, incluindo o líder republicano, Mitch McConnell, mostraram-se pouco claros em relação à sua posição.

McConnell e o novo líder da maioria democrata no Senado, Chuck Shumer, anunciaram na passada semana um acordo sobre as normas que vão reger o processo político e um calendário, com início na semana de 08 de fevereiro.

Este calendário foi ao encontro das exigências dos republicanos, que pediram tempo para que Trump pudesse preparar a defesa.

Este é o segundo processo de destituição contra Donald Trump, que ultrapassou o primeiro no início de 2020 originado pela pressão que exerceu sobre a Ucrânia para uma investigação à alegada corrupção do atual Presidente dos Estados Unidos, Joe Biden.

Trump é o primeiro Presidente sujeito a dois processos políticos e neste segundo enfrenta a acusação de “incitação à insurreição” pelo ataque ao Capitólio, em 06 de janeiro, por uma multidão de apoiantes. Pelo menos cinco pessoas morreram no ataque, incluindo um polícia.

https://zap.aeiou.pt/destituicao-trump-segue-senado-apresentacao-acusacao-375711

 

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