terça-feira, 16 de julho de 2013

Pesquisa revela que núcleo da Terra afeta a duração do dia

15 de julho, 2013 - GEOLOGIA - Pesquisadores da Universidade de Liverpool descobriram que variações na duração do dia durante períodos de entre um e  10 anos são causadas por processos no núcleo da Terra. A Terra gira uma vez por dia, mas o comprimento deste dia varia. Um ano, 300 milhões de anos, durou cerca de 450 dias, e um dia pode vir a  durar cerca de 21 horas. Como resultado do abrandamento da rotação da Terra a duração do dia aumentou.
 A rotação da terra sobre o seu eixo, no entanto, é afectada por uma série de outros fatores - por exemplo, a força do vento contra serras altera a duração do dia em mais ou menos um milésimo de segundo, durante um período de um ano. Professor Richard Holme, da Escola de Ciências Ambientais, estudou as variações e flutuações na duração do dia ao longo de um período de um a 10 anos, entre 1962 e 2012. O estudo teve em conta os efeitos sobre a rotação da Terra de processos atmosféricos e oceânicos para produzir um modelo das variações na duração do dia em escalas de tempo mais longos do que um ano. Professor Holme disse: "O modelo mostra as variações conhecidas na decadais escalas de tempo, mas importante resolve as  mudanças ao longo do período entre um e 10 anos. Anteriormente,essas alterações foram mal caracterizadas, o estudo mostra que elas podem ser explicadas por apenas dois sinais de chaves, uma constante de  5,9 anos de oscilação e saltos episódicos que ocorrem ao mesmo tempo, como mudanças abruptas de campo magnético da Terra, gerado no centro da Terra. "ele acrescentou: "Este estudo muda radicalmente nossa compreensão da dinâmica do núcleo líquido da Terra curto período. Isso leva-nos a concluir que o manto inferior da Terra, que fica acima  do núcleo externo da Terra, é um mau condutor de eletricidade nos dá uma nova visão sobre a química e mineralogia do interior profundo da Terra. " 
Fonte: http://theextinctionprotocol.wordpress.com/author/theextinctionprotocol/

E a 14ª lua de Neptuno foi descoberta

Tem 19 quilómetros de diâmetro, está a cerca de 150 mil quilómetros do seu planeta e demora apenas 23 horas a orbitá-lo.

Imagem compósita de várias observações do telescópio Hubble, com a nova lua S/2004 N1

NASA/ESA/Mark Showalter É tão pequena que a sonda Voyager 2 não deu por ela, quando passou perto de Neptuno em 1989, na sua viagem pelo sistema solar e agora a caminho do espaço interestelar. A 14ª lua descoberta em órbita de Neptuno tem apenas 19 quilómetros de diâmetro. Nome?Os cientistas chamaram-lhe S/2004 N 1.
Mark Showalter, do Instituto SETI, em Mountain View, na Califórnia, estava a analisar imagens de arquivo do telescópio espacial Hubble, para estudar os ténues anéis de Neptuno. Como as luas de Neptuno e anéis orbitam muito rapidamente o planeta, foi preciso gizar uma maneira de seguir o seu movimento para fazer sobressair os pormenores deste sistema, conta o investigador, num comunicado da NASA. “É o que acontece com um fotógrafo desportivo que segue um atleta a correr – o atleta fica focado, mas o ambiente à volta está desfocado.”
O investigador decidiu alargar a análise das imagens do Hubble a regiões muito para lá do sistema de anéis de Neptuno – e foi então que a 1 de Julho último detectou um minúsculo ponto branco, a cerca de 150 mil quilómetros do planeta, entre as luas Larissa e Proteu.
O mesmo ponto branco aparecia repetidamente em imagens do Hubble tiradas entre 2004 e 2009, como pôde verificar. Quando a Voyager 2 visitou Neptuno, viu uma tempestade do tamanho da Terra, encontrou seis novas luas e visitou Tritão, a maior lua de Neptuno, quase do tamanho da nossa Lua e onde descobriu géisers de azoto, mas a S/2004 N 1 passou-lhe despercebida.
Agora sabemos que faz parte do séquito de Neptuno como a sua mais pequena lua conhecida, que completa uma volta ao planeta em apenas 23 horas.

Fonte: http://www.publico.pt/ciencia/noticia/e-a-14%C2%AA-lua-de-neptuno-foi-descoberta-1600351

Astrônomos encontram planeta onde há chuvas de vidro


Com o uso do telescópio Hubble, os astrônomos encontraram um planeta parecido com a Terra, situado a uma distância de 63 anos-luz.

Tal como a Terra, o planeta é azul, mas a temperatura de sua atmosfera é mais de 1.000 graus, sendo dessa cor não por causa de oceanos e mares, mas por haver múltiplas partículas de silício em sua superfície. Neste exoplaneta, há fortes ventos e tempestades, que levantam estas partículas, provocando chuvas de vidro.

Fonte: http://portuguese.ruvr.ru/news/2013_07_13/Astr-nomos-encontram-planeta-onde-h-chuvas-de-vidro-7785/





Holandeses inventam pavimento que absorve poluição


Cientistas holandeses inventaram um pavimento que absorve a poluição. A tecnologia poderia ter enormes implicações para a redução dos custos ambientais de carros e caminhões em todo o mundo.
Uma repórter da BBC visitou uma cidade na Holanda que está testando o pavimento fotocatalítico. O preço da pavimentação, porém, sobe em cerca de 50%.
China, África do Sul e Estados Unidos têm demonstrado interesse no potencial desta nova tecnologia.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/meio-ambiente/ultimas-noticias/bbc/2013/07/16/holandeses-inventam-pavimento-que-absorve-poluicao.htm

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Astrônomos eliminam inconsistência na teoria do Big Bang

As conclusões do estudo baseiam-se na modelagem de uma pequena parte da superfície de uma estrela antiga, pobre em metais - essa modelagem foi usada para derivar a quantidade do isótopo 6 do lítio na estrela. [Imagem: Karin Lind/Davide De Martin]

Incoerências do Big Bang

Uma equipe internacional, incluindo astrônomos brasileiros, conseguiu derrubar a principal discrepância acerca dos primeiros minutos após o Big Bang - a grande explosão que se acredita ter originado o Universo.
As observações eliminaram uma incoerência entre teoria e dados observados, considerada um dos principais problemas cosmológicos da atualidade.
Um dos indícios da teoria do Big Bang é a proporção de elementos químicos mais simples produzidos nos primeiros instantes do Universo.
A proporção dos diferentes isótopos mais leves, como os isótopos 6 e 7 do lítio (Li-6 e Li-7), pode ser calculada com precisão pelo modelo de nucleossíntese do Big Bang, e essas previsões podem ser verificadas usando observações de objetos quimicamente mais "primitivos", como estrelas muito pobres em metais, formadas logo após o Big Bang.
A previsão teórica é que apenas uma quantidade desprezível de Li-6 foi criada, tão pouco que seria impossível detectar Li-6 nessas estrelas.
Mas não era isso o que vinha ocorrendo na prática.
"Observações anteriores de estrelas muito antigas sugeriram que a quantidade de lítio-6 (Li-6) teria sido 200 vezes maior que o produzido nos primeiros minutos após a grande explosão, e que o lítio-7 (Li-7) entre três e cinco vezes menor que o calculado por cosmólogos e físicos teóricos", conta o professor Jorge Meléndez, da Universidade de São Paulo (USP).

Lítio em estrelas antigas

Portanto, essas detecções - até 200 vezes mais Li-6 em estrelas do que o predito pelo Big Bang - eram alarmantes, e muitos cosmólogos e físicos teóricos têm tentado explicar a discrepância usando teorias alternativas que incluem física exótica.
Usando dados obtidos com o telescópio de 10 metros (o maior do mundo) do observatório Keck, localizado em Mauna Kea, no Havaí (EUA), o grupo de astrônomos eliminou a incoerência.
Eles constataram que não existe Li-6 nas estrelas mais antigas de nossa galáxia.
"A descoberta da não existência de Li-6 em estrelas pobres em metais é de grande importância, pois reconcilia as previsões teóricas do Big Bang com as recentes observações em estrelas", afirma Meléndez.
Segundo Karin Lind, da Universidade de Cambridge, Inglaterra, a teoria do Big Bang agora repousa sobre bases mais firmes: "Além disso, compreender o nascimento do nosso Universo é fundamental para a compreensão da posterior formação de todos os seus componentes, incluindo nós mesmos", é o que declara a cientista em nota divulgada no site do Observatório Keck.
Agora será necessário esperar a análise e a crítica dos dados por outras equipes, além de novos dados de mesma qualidade obtidos a partir de um número maior de estrelas - o estudo agora publicado estudou apenas quatro delas.

Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=inconsistencia-teoria-big-bang&id=010130130715

domingo, 14 de julho de 2013

Experiência científica mais cara da história tenta criar uma parte do sol na Terra


O projeto científico mais caro de todos os tempos, com um custo estimado entre 13 e 16 bilhões de euros, pretende descobrir o mistério da energia obtida através de fusão nuclear através da construção de um reator experimental, o ITER. Trata-se de um projeto faraônico que surgiu em função do inexorável esgotamento das fontes energéticas naturais que até hoje forneceram energia para o planeta.

A imensa potencia obtida pela fusão nucleica dos átomos é um sonho da comunidade cientifica desde o principio dos tempos e não é para menos: obter uma enorme quantidade de energia com pouquíssimos recursos naturais. Em função do rápido deterioramento ambiental e da escassez de recursos, em contraste com o aumento da demanda de energia, uma investigação deste tipo pode significar a continuidade da existência da espécie humana.

A fusão nuclear não é um conceito novo e sabemos de sua existência desde que o homem descobriu o maior reator natural desta espécie: nosso sol. De fato, em poucas palavras, se poderia dizer que a experiência mais cara da historia do mundo busca a obtenção de um pedaço de sol para consumo dos homens.

O reator ITER, a ser construído no sudeste da França terá o tamanho proporcional ao investimento que exige: 60 metros de altura, com mais 13 metros de profundidade, 23 mil toneladas de peso e uma quantidade de fios e cabos que permitiria dar a volta ao mundo duas vezes.


Fonte: http://noticias.seuhistory.com/experiencia-cientifica-mais-cara-da-historia-tenta-criar-uma-parte-do-sol-na-terra#sthash.qvt5dD0P.JqjFK5L7.dpuf

sábado, 13 de julho de 2013

Fezes de minhoca podem conter a chave para entender o clima no planeta

Pode parecer inusitado, mas o cocô da minhoca pode conter a chave para desvendar informações sobre a mudança do clima no planeta.

Cientistias britânicos descobriram que as fezes das minhocas podem ser utilizadas para medir temperaturas do passado, abrindo uma janela para as características climáticas de outras épocas.

O estudo mostra que a química das pequenas bolas de cristais calcificados expelidas pelas minhocas no solo variam de acordo com a temperatura.

A pesquisa foi divulgada na publicação científico Geochimica et Cosmochimica Acta.

Cientistas das Universidades de Reading e de York, no norte da Inglaterra, afirmam que os nódulos de carbonato de cálcio ─ resquícios de fezes de minhocas ─ encontrados em sítios arqueológicos fornecem um panorama único das temperaturas locais na Antiguidade.

Já que a forma dos isótopos de oxigênio dentro dos cristais calcificados variam de acordo com a temperatura, eles registram informações importantes do momento presente enquanto crescem dentro das minhocas.

Os grânulos calcificafos medem até 2 milímetros e tem coloração diferenciada, o que facilita encontrá-los em sítios arqueológicos.

Darwin

Emma Versteegh, pesquisadora líder do estudo, disse que "as minhocas da terra produzem excrementos todos os dias, então elas mantêm uma série continua de variações de temperatura, assim como de variações geográficas".

As pequenas bolas de cálcio secretadas pelas minhocas foram identificadas pelo naturalista britânico Charles Darwin em 1881.

As equipes de York e Reading estão concentrando os estudos em amostras que datam de milhões de anos atrás, que foram coletadas em Silbury Hill, a um túmulo neolítico próximo a Stonehenge, na Inglaterra.

O modelo de estudo adotado pelos cientistas britânicos vai permitir identificar o clima e suas variações de temperatura em sítios arqueológicos de milhões ou, ainda, de centenas de milhões de anos.

Charles Darwin discutiu o tema em seu último estudo: The formation of vegetable mould, through the action of worms, with observations on their habits (em livre tradução para o português, "A formação do solo enriquecido com matéria orgânica, por meio da ação das minhocas, com observação de seus hábitos").

Os nódulos de cálcio formam-se numa glândula visível na parte de baixo das minhocas ou em uma área mais próxima da cabeça.

Darwin sugeriu que as minhocas da terra provavelmente utilizariam os grânulos de cálcio para neutralizar o ácido de seu sistema digestivo, e, de acordo com estudos mais recentes, ele estava certo.

Mark Hodson, pesquisador também envolvido no projeto, descreve os grânulos como "uma pastilha contra a indigestão produzida por elas mesmas".

Para os pesquisadores britânicos, os grânulos contidos nas fezes da minhoca poderiam ser comparados com outros métodos científicos, como a análise do centro das camadas de gelo polar, de sedimentos do fundo do mar e dos anéis de troncos de árvores. Mas a análise das fezes permite traçar uma variação mais sensível em relação ao tempo, bem como geograficamente mais específica, criando uma nova maneira de entender o clima no passado.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/meio-ambiente/ultimas-noticias/bbc/2013/07/11/fezes-de-minhoca-podem-conter-a-chave-para-entender-o-clima-no-planeta.htm

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Rússia quer ter usina nuclear flutuante até 2016

Embarcações seriam produzidas em massa, levando energia para diversas áreas de difícil acesso do país.

Fonte da imagem: Reprodução/OKBM)

Segundo o RT.com, a Rússia tem planos para algo com enorme potencial: uma embarcação enorme que abriga uma usina nuclear móvel. O objetivo disso é ter uma fonte de energia móvel, que poderia ser levada para áreas de difícil acesso, além de prover água potável em regiões áridas.

A primeira embarcação, a Akademik Lomonosov, deve estar operacional dentro de três anos e será tripulada por 69 pessoas. Usando seus propulsores navais KLT-40 modificados para gerar energia, a usina é capaz de prover até 70 MW de eletricidade ou 300 MW de calor; suficiente para uma cidade relativamente pequena, com população de 200 mil habitantes. Curiosamente, ela não é capaz de se deslocar sozinha, precisando ser puxada por outros navios.

Essa usina, porém, será a primeira de muitas: a Rússia pretende produzir essas embarcações em massa. As instalações poderiam ser, inclusive, exportadas ou convertidas em uma usina de dessalinização capaz de produzir 240 mil metros cúbicos de água potável por dia – algo que, inclusive, chamou a atenção de 15 países, como China, Indonésia, Malásia, Algéria, Namíbia e Argentina.

Fonte: http://www.tecmundo.com.br/energia-nuclear/41913-russia-quer-ter-usina-nuclear-flutuante-ate-2016.htm

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Deputadas dos EUA querem criação de parque nacional na Lua

Segundo reportagem de Vanessa Daraya, da INFO Online, nos Estados Unidos, na terça-feira (09) duas deputadas do Partido Democrata apresentaram projeto para a criação de um parque nacional na Lua. O propósito da proposta é o de preservar os locais de pouso da missões Apolo que lá estiveram no final da década de 1960 e por boa parte da década de 1970.

As deputadas em questão são Donna Edwards e Eddie Bernice Johnson, as quais temem que uma possível exploração comercial da Lua acabe com as marcas deixadas pelos astronautas estadunidenses. Segundo elas, a legislação é necessária porque a iniciativa privada atrairia outros países ao espaço.

O projeto de lei prevê a possibilidade de doações ao governo federal, serviços de turismo e escritórios administrativos em locais “razoavelmente próximos ao parque histórico“. Na prática, isso significa que o serviço aos visitantes limitaria, por exemplo, a aproximação dos mesmos aos locais considerados históricos pelos Estados Unidos.

Fonte: http://ovnihoje.com/2013/07/11/deputadas-dos-eua-querem-criacao-de-parque-nacional-na-lua/#axzz2YlXE8WxQ

terça-feira, 9 de julho de 2013

Transplante de cabeça em seres humanos será viável "em breve",diz neurocientista


Um neurocientista italiano causou polêmica na comunidade científica mundial ao publicar, na mais recente edição do jornal Surgical Neurology International, a afirmação de que em breve a medicina será capaz de realizar um transplante de cabeça entre seres humanos.
De acordo com Sergio Canavero, diretor do Grupo de Neuromodulação Avançada de Turim, na Itália, o procedimento está próximo de se tornar realidade. "O maior desafio num procedimento do gênero é a reconexão da cabeça doada à coluna cervical do receptor. Mas há de ser reconhecido o fato de que a tecnologia necessária para tal ligação já existe", afirma o médico no texto.
Segundo a descrição do projeto, reconectar uma nova cabeça a um corpo seria um procedimento trabalhoso e custoso, durando 36 horas e custando cerca de US$ 13 milhões. Entre os pacientes que se beneficiariam de um transplante de cabeça estariam portadores de distrofia muscular e tetraplegia, por exemplo.
Em 1970, uma cirurgia similar foi feita em um macaco, mas na época não existia a tecnologia necessária para reconectar a medula espinhal à cabeça, e esta linha de pesquisa foi abandonada. Agora, no trabalho, é descrita pela primeira vez o esboço para a troca cefálica total de um homem.
No documento publicado pelo doutor Canavero, é destacada a necessidade de um corte preciso da cabeça e do uso de substâncias adesivas especiais, à base, por exemplo, de polietileno glicol (PEG).
Entretanto, o procedimento é desacreditado por parte da comunidade científica. O neurologista americano Jerry Silver, da Case Western Reserve University, de Ohio, questionou sua viabilidade em entrevista à rede de TV norte-americana CBS.
"É uma fantasia pensar que alguém poderia usar substâncias adesivas em uma lesão tão traumática em um mamífero adulto. Decepar uma cabeça e transplantá-la para outro corpo é, na minha opinião, por si só total fantasia... Isso é má ciência e nunca deveria ser permitida", disse.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/redacao/2013/07/09/transplante-de-cabeca-em-seres-humanos-sera-viavel-em-breve-diz-neurocientista.htm

Aplicação para smartphones prevê terramotos

Sistema de alerta permite reconhecer quando o terramoto é potencialmente devastador e pode ser útil para salvar vidas.
Uma equipa do Instituto de Tecnologia da Califórnia criou uma aplicação que usa o acelerómetro no smartphone e transforma-o num sismógrafo - aparelho que deteta as vibrações provocadas por sismos.
Neste momento, a aplicação "CrowdShake" ainda é um protótipo. A implementação da aplicação em toda a Califórnia é improvável, a menos que seja feita por órgãos governamentais. Isto porque o risco de litígio é alto, uma vez que existe o perigo de pânico provocado por falsos alarmes.
A equipa do Instituto de Tecnologia da Califórnia considera que os smartphones são dispositivos extraordinários para monitorizar terramotos, uma vez que já estão desenvolvidos e são fáceis de usar. Além disso, como o acelerómetro está no telemóvel, a localização e hora são facilmente identificáveis.
Em caso de terramoto, a aplicação do smartphone manda uma mensagem para o utilizador com o momento em que chegará a catástrofe e a sua intensidade.
Alguns desafios são colocados no uso da aplicação, o sensor ou acelerómetro de um smartphone não tem a qualidade de um aparelho utilizado no computador. Além de que é complicada a distinção entre movimentos normais e as vibrações de um terramoto. 

Fonte: http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=3313562&seccao=Tecnologia

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Cientistas russos criarão computador do futuro


Os cientistas russos fizeram um grande avanço na tecnologia da informação. No laboratório da Universidade MISA (antigo Instituto de Moscou de Aço e Ligas), eles testaram e mediram o bit supercondutor quântico, ou qubit, como é chamado por especialistas – a unidade básica de armazenamento de informação quântica. Especialistas dizem que brevemente serão criados na Rússia computadores quânticos.

Um bit quântico, ou qubit, é chamado não apenas a menor unidade de armazenamento de dados num computador quântico, mas o coração dessa máquina do futuro. Cientistas ao redor do mundo estão esperando o surgimento de um computador quântico como um milagre. Afinal, ele será capaz de fazer contas na ordem das centenas ou mesmo milhares de vezes mais rápido do que um computador convencional. E isso abre enormes oportunidades em diversas áreas. Por exemplo, até mesmo o tempo poderá ser previsto com meses de antecedência com 100 por cento de precisão. Mas isso será no futuro, e por agora, os cientistas russos liderados por Alexei Ustinov, membro do conselho científico do Centro Quântico Russo e chefe do Laboratório de Metamateriais Supercondutores da Universidade MISA, deram um passo importante para a criação de um computador do futuro – testaram um qubit supercondutor. Para entender o que é um bit quântico e o que ele parece, nós nos dirigimos ao próprio professor Alexei Ustinov:
“O qubit consiste de um laço muito estreito, feito de metal, que a baixa temperatura torna-se um supercondutor, o tamanho desse laço é de 10-20 mícrons, e o laço é interrompido em dois lugares por espaços livres.”
Para que um qubit se torne um verdadeiro gênio da matemática, ele deve ser posto num estado quântico de trabalho. Isto pode ser conseguido apenas ao arrefecê-lo a uma temperatura próxima do zero absoluto, e isso são quase 273 graus centígrados negativos, e ao colocá-lo num campo magnético fraco. Os qubits vivem no estado quântico por apenas um milionésimo de segundo. Mas mesmo nesse momento eles conseguem calcular centenas de operações.
O projeto dirigido por Alexei Ustinov ganhou uma concessão de cinco milhões de dólares na competição anunciada pelo Ministério da Educação e Ciência. O novo laboratório criado no âmbito do projeto na Universidade Nacional de Pesquisa e Tecnologia University MISA está agora munido de equipamentos de última geração, tornando possível a realização destas experiências únicas. O cientista diz modestamente do trabalho realizado:
“Nós mostramos que podemos realizar tais medições e fazer experimentos com qubits na Rússia. Este é apenas o primeiro passo, mas ele mostra que temos as ferramentas para trabalharmos em tal física.”
Essa conquista coloca a Rússia entre os líderes mundiais que estão desenvolvendo computadores quânticos. Segundo o chefe do laboratório de supercondutividade do Instituto de Física dos Sólidos da Academia de Ciências russa Valeri Ryazanov, não são muitos os estados que podem realizar tais pesquisas:
“Colegas, que em muitos lugares do mundo estão tentando estabelecer as bases para desenvolver um computador quântico, estão provavelmente com ciúmes porque, para que isso funcione, são necessários muitíssimos componentes de entrada.”
Agora, os cientistas russos planejam realizar experimentos na manipulação do estado quântico de um, e, em seguida, de vários qubits. E este é mais um passo para a criação do computador do futuro.

Fonte: http://portuguese.ruvr.ru/2013_07_08/Cientistas-russos-criar-o-computador-do-futuro-1873/

domingo, 7 de julho de 2013

Estamos perto de marco histórico da conquista espacial

A iminente saída da sonda espacial Voyager I da barreira do Sistema Solar é apontada pelo físico Ed Stone como um feito para a história

Um objeto feito pelo homem está próximo de romper a barreira do Sistema Solar. Viajando pelo espaço desde 1977, a sonda espacial Voyager I está em uma zona de turbulência e em pouco tempo pode enviar informações que o homem ainda não conhece. Um dos responsáveis pelo projeto é o físico Ed Stone, do Instituto de Tecnologia da Califórnia. Ele está no Brasil participando da 33ª Conferência Internacional de Raios Cósmicos, que acontece até o próximo dia 9 de Julho no Rio de Janeiro e falou durante 20 minutos para um auditório lotado e uma plateia repleta de cientistas de todas as partes do mundo.


Depois da palestra, Stone conversou com o Terra sobre as últimas notícias recebidas através da Voyager I. Ele falou sobre a importância do rompimento da barreira do Sistema Solar e ainda sobre as expectativas com novas descobertas. O pesquisador ainda falou sobre a expectativa de encontrar vida fora da Terra. "Eu acredito em vida microbiológica extraterrestre. Agora de vida inteligente não digo, porque na Terra não tivemos vida inteligente até bem pouco tempo atrás. Mas não há dúvidas de que a chave vai ser encontrar vida microbiológica".

Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/espaco/fisico-americano-estamos-perto-de-marco-historico-da-conquista-espacial,6a886e1ffe5bf310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Homem de 92 anos se casa com mulher 70 anos mais jovem

Musali Mohamed al-Mujamaie se casou ao mesmo tempo que dois netos, de 16 e 17 anos

Musali Mohamed al-Mujamaie, 92 anos, posa ao lado de sua nova mulher, Muna Mujlif al-Kubari, 22 anos Foto: AFP

Musali Mohamed al-Mujamaie, um fazendeiro iraquiano de 92 anos, se casou quinta-feira à noite com uma mulher 70 anos mais nova. A cerimônia de casamento foi realizada em grande estilo, já que o senhor decidiu se casar ao mesmo tempo que dois de seus netos, com idades entre 16 e 17 anos.

"Estou muito feliz por ter me casado ao lado de meus netos", declarou Mujamaie à AFP. "Eu adiei várias vezes o casamento dos meus dois netos para poder encontrar uma mulher e me casar com ela na mesma data", acrescentou.

Sua esposa, Muna Mujlif al-Kubari, 22 anos, que também é originária da aldeia de seu marido, Guban, no centro do Iraque, disse que espera "fazer o marido feliz e ser aceita por seus filhos".

Mujamaie, viúvo há três anos, tem doze filhos e quatro filhas de seu primeiro casamento, que durou 58 anos. A festa, que contou com personalidades importantes das tribos da região, durou mais de quatro horas e foi acompanhada por muita música, danças e disparos de armas em comemoração.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/homem-de-92-anos-se-casa-com-mulher-70-anos-mais-jovem,c2fd414baaaaf310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html

Telescópio usa raio laser para captar imagens incríveis do Universo

Sistema óptico adaptativo usa raios e estrelas para captação de imagens.


Com a ajuda de um sistema óptico de ponta e de alguns raios laser enviados ao espaço, os astrônomos estão recebendo um olhar sem precedentes e sem distorções do espaço. Além de evitar os perigos de lançamentos de foguetes.

A novidade é empregada no observatório Gemini no Chile, que opera dois telescópios ópticos de 8 metros. Depois de décadas de pesquisa e desenvolvimento, a estação multinacional de pesquisa instalou recentemente um sistema óptico adaptativo multi-conjugado (também chamado de GeMS). O sistema aumenta o poder de captação do telescópio e conseguiu resultados espetaculares.

“O que temos visto até agora demonstra uma capacidade incrível que salta à frente de qualquer coisa no espaço ou no chão – e deve continuar assim por algum tempo”, afirmou Robert Blum, vice-diretor do Observatório Nacional de Astronomia Óptica.

Uma nova visão do espaço

O GeMS consegue resolver um dos grandes problemas dos telescópios de solo: fazer com que as imagens captadas do espaço fossem claras e não sofressem distorções causadas por mudanças na atmosfera da Terra.

O sistema emprega uma série de cinco guias estelares de laser e um trio de espelhos (MCAO) para eliminar essas distorções. A tecnologia adaptatica consegue calibrar o sistema de imagem em usar o brilho das estrelas como pontos de referência. Como essas estrelas-guia nem sempre são visíveis no céu, o GeMS lança lasers de sódio em estado sólido para o céu. Esses disparos servem como pontos de referência artificiais, revelando a quantidade de distorção atmosférica.

Depois da captar as possíveis alterações, o sistema gera um modelo 3D e ajusta seus espelhos para anular os efeitos atmosféricos. Isso expande a área captada pelo Gemini Sul para uma área 16 vezes maior do que os telescópios convencionais.

Fonte: http://www.tecmundo.com.br/astronomia/41663-telescopio-usa-raio-laser-para-captar-imagens-incriveis-do-universo.htm

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Existem 60 bilhões de planetas habitáveis na Via Láctea


Acha mesmo que estamos sozinhos no universo? Um recém-concluído estudo, publicado na revista científica “Astrophysical Journal Letters”, aponta que talvez existam nada mais nada menos do que 60 bilhões de planetas habitáveis orbitando estrelas anãs vermelhas em toda a Via Láctea.
Anteriormente, acreditava-se que da chamada zona habitável dessas estrelas possuía metade de planetas em condições de abrigar vida. Para efeitos de comparação, é como se, para cada ser humano que habita nossa Terra, houvesse 8,5 planetas potencialmente habitáveis soltos por aí.
O motivo para essa atualização do cálculo foi a reavaliação feita pela equipe de cientistas dos limites das zonas habitáveis ​em torno das anãs vermelhas. Esses estrelas são menores e mais fracas do que o sol e possuem temperaturas relativamente baixas na sua superfície.
Com base em simulações do comportamento das nuvens sobre os planetas extrassolares, anteriormente ignoradas nos cálculos, a equipe de astrofísicos descobriu novos parâmetros para a definição dos limites de uma zona habitável em torno das já mencionadas estrelas anãs vermelhas.
A equação para o cálculo da zona habitável de planetas alienígenas mantém-se a mesma há décadas. No entanto, essa fórmula não levava em consideração as nuvens, que exercem uma grande influência climática.
O pesquisador Dorian Abbot, da Universidade de Chicago (EUA), explica como o comportamento das nuvens acaba expandindo consideravelmente o tamanho dessas zonas. “As nuvens causam tanto aquecimento quanto resfriamento na Terra. Elas refletem a luz solar para esfriar o ambiente e absorvem a radiação infravermelha da superfície para esquentá-lo por meio do efeito estufa”. Abbot conclui: “Esse esquema é parte do que mantém o planeta quente o suficiente para abrigar vida”.
Trocando em miúdos, em vez de haver, em média, um planeta do tamanho da Terra na zona habitável de cada estrela anã vermelha, na realidade existem aproximadamente dois. Fazendo as contas, isso significa que existem cerca de 60 bilhões de planetas habitáveis ​​que orbitam anãs vermelhas na Via Láctea.
Você pode estar se perguntando: “Como podem essas estrelas anãs vermelhas, relativamente pequenas e fracas, serem orbitadas por dois planetas habitáveis, sendo que o sol, maior e mais forte do que elas, só é orbitado pela Terra?”. A diferença é que o nosso planeta demora um ano inteiro para dar a volta no sol, como vocês bem lembram das aulas de Geografia. No caso desses planetas, o tempo é bem mais curto.
“Um planeta que orbita em torno de uma estrela anã deve completar a volta uma vez por mês ou uma vez a cada dois meses, aproximadamente, para receber a mesma quantidade de luz solar que nós recebemos do sol”, esclarece um dos autores do estudo, Nicolas Cowan, do Centro Interdisciplinar de Exploração e Pesquisa em Astrofísica da Universidade do Noroeste dos Estados Unidos.
Planetas de órbitas tão curtas acabariam por se tornar presos ao seu sol devido à gravidade. Outro detalhe é que esses planetas manteriam sempre o mesmo lado voltado para o sol, como a lua faz em direção à Terra. Nesse locais, o sol ficaria sempre a pino, como se fosse eternamente meio-dia.

Fonte: http://hypescience.com/existem-60-bilhoes-de-planetas-habitaveis-na-via-lactea/

Bliive: Conheça a rede social do troca-troca


Muitas pessoas gastam horas e horas por dia navegando na internet, especialmente nas redes sociais. Se você pudesse ganhar por todo esse tempo, não seria incrível?
Agora você pode. Exceto que você não vai ganhar exatamente dinheiro, mas sim o próprio tempo, para ser gasto da maneira como mais lhe interessar.
Essa é a proposta do Bliive, uma nova rede social colaborativa de troca de tempo que foi lançada na última semana de maio em Curitiba. O objetivo da plataforma online é aproximar e valorizar as pessoas usando a colaboração e a troca de experiências.
Uma vez que você esteja cadastrado na rede, pode informar no que você é especialista e no que está interessado.
Por exemplo, se você sabe tocar violão e quer aprender um novo idioma, pode oferecer uma hora de aula do instrumento e trocar esse tempo por uma hora de conversação em inglês. Assim, o Bliive possibilita às pessoas usarem seu tempo na internet para compartilhar o que tem de melhor.

 

Menos dinheiro, mais colaboração

 

A iniciativa não é de todo nova. Apesar de ser inédita no mundo online, redes de troca de tempo existem offline desde a década de 1980.
Surgindo a partir de uma iniciativa japonesa e chegando a Europa nos anos 90, essa economia sustentável vem se tornando uma prática comum em comunidades do mundo todo. Os bancos de tempo, além de uma ferramenta de integração e coesão social, fornecem uma alternativa simples e segura de obter serviços sem a necessidade do dinheiro. Sob a forma de organizações não governamentais, atualmente existem mais de 300 bancos de tempo ao redor do mundo, em mais de 35 países, de acordo com a organização TimeBanks USA.
Sei o que você está pensando: mas é assim mesmo, fácil desse jeito? Sim. O Bliive é gratuito, funciona por convite, não possui anúncios publicitários e possibilita até aos usuários trocar trabalhos voluntários em ONGs por experiências no site.

 

Como funciona

 

Para se cadastrar, bastar acessar o site bliive.com e aguardar em uma lista de espera. Se você já tiver um convite, deve inseri-lo. Após passar por um processo de filtragem de possíveis perfis falsos e e-mails duplicados, as pessoas que se cadastraram são convidadas a começar a utilizar seus talentos em favor de uma vida mais colaborativa.
Todo mundo que quiser aproveitar um serviço precisa oferecer um também. Ou seja, você proporciona uma experiência e, por ela, recebe um TimeMoney. Em seguida, você pode trocá-la por outra experiência de seu interesse.
O TimeMoney é a moeda de tempo do Bliive. O valor de TimeMoneys de cada experiência é proporcional à quantas horas ela durou.
Dentro da plataforma, na tela “Explorar”, você pode visualizar as experiências cadastradas pelos usuários e disponibilizadas para trocas. Clicando na experiência, você pode solicitá-la e conhecer o perfil de quem a oferece.
O Bliive, assim como outras redes sociais, permite que você adicione amigos e confira o que eles oferecem, o que precisam e o que têm feito, além de poder conversar por mensagens.
Após a troca, além de transferir o TimeMoney, é necessário avaliar a experiência e a confiabilidade do usuário que a ofereceu – esse é um dos mecanismos de segurança da rede.


Como surgiu

A ideia do Bliive surgiu através de documentários sobre colaboração online e economias alternativas. Com base nessas influências, Lorrana Scarpioni, 22 anos, teve a ideia de criar uma rede social em que o valor estivesse nas experiências reais, como forma de mostrar o impacto positivo que podemos ter na vida de outras pessoas. E deu certo.
No primeiro mês, o Bliive, que pode ser acessado em português ou inglês, já possuía mais de 3.000 usuários em 27 países, incluindo usuários convidados e pessoas que se cadastraram na lista de espera.
Só nesse tempo, a rede contabilizou mais de 70 trocas realizadas e 480 trocas iniciadas, além de 5.550 horas de experiências oferecidas.

 

Experiências valiosas

 

Jessica Maris, confudadora do HUB Curitiba, um espaço de coworking, encontros e eventos, acompanhou o processo de desenvolvimento do site, pois a equipe que o comanda participa de um programa internacional de incubação de negócios sociais promovido lá. Por ter conhecido a proposta de perto, ficou curiosa em testá-la.
“Resolvi entrar na rede porque já tinha demandas e ofertas para disponibilizar. Me surpreendi pelo tanto de pessoas que se cadastraram na plataforma logo no início”, conta. Jessica já acumulou 6 horas de experiência, entre elas tendo oferecido aulas de conversação em inglês e organização de e-mail e recebido dicas de produtividade e prática de forró.
“Todas as experiências que tive foram muito valiosas, e me agregaram bastante. Espero ter contribuído também”, afirma.
Uma das surpresas para a empresária foi ter descoberto detalhes sobre a vida das pessoas com quem convivia. “Na rede, vi que um programador que trabalha aqui no HUB também é chef de cozinha e toca piano. Eu nem imaginava”, explica. Além disso, as experiências que Jessica trocou com pessoas que ainda não conhecia acrescentaram à sua rede de contatos, o que permitirá mais colaboração no futuro.
Outros usuários também consideraram o Bliive uma plataforma que permite aumentar seu círculo social e criar novas amizades.
“Adorei a experiência do ‘encontro Bliive’. Conheci pessoas maravilhosas que só acrescentaram à minha vida. Fui presenteada com novos amigos queridos e como se não bastasse, com TimeMoney, incrível!”, disse a usuária Tassia Zinser.
Ficou curioso ou gostou da ideia? Acesse o site do Bliive e faça parte da revolução da colaboração.

Fonte: http://hypescience.com/bliive-conheca-a-rede-social-do-troca-troca/

terça-feira, 2 de julho de 2013

Facebook quer ter salas de chat


O Facebook deverá adicionar salas de chat à rede social. A informação é do site TechCrunch, que diz ter fontes "relacionadas com o assunto". Segundo o veículo, a empresa confirma que o recurso, batizado de Host Chat, já está em testes.

O funcionamento seria semelhante ao Chat do UOL, popular no Brasil no final dos anos 90. Utilizadores poderiam entrar em ambientes específicos e conversar com amigos e desconhecidos.

Uma das grandes diferenças do Host Chat seria a possibilidade de qualquer pessoa entrar numa conversa sem precisar de convite. Quando a sala de chat é criada, o chat aparece no News Feed dos amigos e, então, todos podem participar.

No entanto, o dono da conversa pode limitar a privacidade, escolher quantos poderão entrar na conversa e ainda poderá expulsar as pessoas que desejar.

A novidade faz parte da estratégia da companhia para ganhar relevância entre serviços de mensagem como WhatsApp, Hangouts e iMessage. A ideia é promover o relacionamento dos utilizadores para que passem mais tempo dentro do site.

Fonte: http://portuguese.ruvr.ru/news/2013_07_01/facebook-tera-salas-de-chat-7772/

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Pinturas em cavernas, datadas de 6000 anos, mostram seres de outros mundos e um mapa cosmológico

Recentes descobertas feitas por arqueólogos em quatro estados dos EUA, Tennessee, Kentucky, Alabama e Mississippi, desvendaram mais de 44 pinturas em rocha ao ar livre e 50 pinturas em cavernas, datadas de 500 a 6000 anos por teste de carbono e equipamentos de varredura laser. As pinturas mostram a compreensão do Universo pelos povos nativos da região. Alguns arqueólogos acreditam que elas foram desenhadas para revelar um quebra-cabeças cosmológico.

O Professor Jan Simek, que liderou as equipes de arqueólogos que estudaram estas pinturas diz: “As divisões cosmológicas do Universo foram mapeadas na paisagem física, usando o relevo do Plateau de Cumberland como um canvas topográfico“.

Espalhadas pelo Plateau de Cumberland, uma parte das Montanhas do Apalache, estão desenhos criados por povos pré-históricos, os quais mostram possíveis jornadas xamanicas para outras esferas. Uma pintura do século XIV encontrada no Tennessee, por exemplo, ilustra uma pássaro com braços e mãos agarrando armamentos cerimoniais, com lâminas e machadinhas saindo de sua cara.

Outros seres estão representados com posturas menos agressivas. “Os locais das artes, predominantemente encontradas em cavernas, apresentam caracteres de outros mundos, serpentes sobrenaturais e cães que acompanhavam os humanos mortos no caminho das almas“, dizem os arqueólogos. As imagens do ‘sub mundo’ são também principalmente pintadas em preto, uma cor associada à morte. Muitas dessas imagens podem corresponder às descrições tibetanas do pós vida, chamada de bardo. A morte não é vista como o destino final por essa cultura, mas sim uma importante oportunidade para o desenvolvimento espiritual.

O sub mundo foi descrito como contendo escuridão e perigo, e foi associado com morte, transformação e renovação. A inclusão de criaturas, tais como pássaros e peixes que podiam atravessar as três camadas, representa a crença de que as fronteiras entre os mundos eram realmente transponíveis.

Nos desenhos do ‘mundo superior’ haviam corpos celestes detalhados e forças responsáveis pelo clima, mostradas como caracteres míticos, os quais influenciaram a experiência humana. Muitas das imagens no mundo superior são desenhadas em vermelho, cor esta que é associada à vida.

De forma geral, as pinturas mostram uma compreensão rica de um Universo de múltiplas camadas, com experiências relacionadas ao herói, o salvador, o xaman e a alma em evolução.

Fonte: http://ovnihoje.com/2013/07/01/pinturas-em-cavernas-datadas-de-6000-anos-mostram-seres-de-outros-mundos-e-um-mapa-cosmologico/#axzz2Xj0s2DfY

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Cientistas podem criar extraterrestres no Espaço


Cientistas siberianos pretendem testar um reator no qual, em condições de microgravidade, podem ser cultivados órgãos humanos e obtidos materiais químicos com novas propriedades. No espaço, é bem possível criar até seres “extraterrestres”, dizem no Centro de Tecnologias de Vórtices de Novossibirsk, onde estão sendo realizadas estas pesquisas.

Células estaminais e micropartículas são misturadas num reator por um vórtice de ar, o que lhes permite se conectarem, porque em condições de microgravidade isso é um problema: na ausência de gravidade os líquidos não fluem, mas formam uma bolha que “flutua” no vácuo. Um protótipo do dispositivo já foi testado com sucesso na Terra, e agora é hora de ir para o espaço. Pois na ausência de peso os resultados podem ser diferentes, apesar de que, o mais provavelmente, o “princípio de tornado” irá funcionar lá também, disse à Voz da Rússia o diretor do Centro de Tecnologias de Vórtices, Yuri Ramazanov:
“Nós desenvolvemos um aparelho que poderá misturar líquidos na ausência de peso em condições de microgravidade. Na segunda metade do ano planejamos testá-lo no laboratório voador do Centro Gagarin de treinamento de cosmonautas. Se tudo for confirmado em mais de 50%, então poderemos prosseguir para a EEI, onde pretendemos realizar pesquisas biológicas.”
Em condições de ausência de gravidade, todos os processos químicos e biológicos ocorrem de maneira diferente do que na Terra. Isto torna possível obter tanto produtos com novas propriedades como organismos vivos. Foi por isso que surgiu a ideia de cultivar órgãos. Na Terra, a gravidade impede a criação de objetos tridimensionais, diz Yuri Ramazanov:
“Na Terra, é difícil para os objetos tridimensionais crescerem igualmente em todas as direções porque domina a força que age para baixo. Tentativas de criar microgravidade na Terra foram feitas mas, por enquanto, ainda não há sucesso nessa direção. Estão sendo feitos trabalhos na área de cultivação de órgãos, mas organismos  biológicos tridimensionais crescerão melhor em gravidade zero porque eles podem fazê-lo simultaneamente em todas as dimensões, uma vez que não haverá uma força dominante.”
Não está longe o dia em que  um organismo completamente diferente dos seres terrestres poderá “nascer” em órbita. Vai ser um verdadeiro alienígena do espaço, assegura Yuri Ramazanov:
“Obter um organismo vivo com propriedades fundamentalmente novas é absolutamente viável. Em órbita foi cultivada uma das bactérias – a salmonela. Quando a trouxeram de volta, ela era 20 vezes mais perigosa. Por isso, é possível obter polímeros com propriedades completamente novas. Mais provavelmente, será possível obter seres vivos também.”
O desenvolvimento dos cientistas de Novossibirsk também tem um uso bastante prático. Ele pode ajudar a sustentar a vida dos astronautas. Hoje em dia, mas principalmente durante voos de longo curso, para os quais a humanidade se está preparando, os resíduos inevitavelmente acumulados durante a vida da tripulação devem ser reciclados de alguma forma. E o reator da Sibéria poderia transformar, por exemplo, lenços higiênicos usados pelos astronautas, em glucose. O mesmo pode ser feito com outros resíduos.
Os testes do reator estão previstos para o segundo semestre de 2013. “Então ficará claro se estamos no caminho certo”, disse o diretor do Centro de Tecnologias de Vórtices.

Fonte: http://portuguese.ruvr.ru/2013_06_28/Extraterrestres-podem-ser-cultivados-7504/

Casal cai e morre após janela quebrar durante relação sexual

Casal foi encontrado morto depois que a janela se quebrou e eles despencaram Foto: The Sun / Reprodução
 
As aventuras sexuais de um casal chinês acabaram de maneira trágica, segundo informa nesta sexta-feira o tabloide The Sun. De acordo com testemunhas, pouco antes de ser encontrado sem vida, o casal fazia sexo contra a janela de um apartamento, que não resistiu às investidas e se quebrou. Quem viu a cena garantiu que os dois percorreram nus e abraçados o rápido percurso que os separava da morte. O acidente ocorreu na cidade de Wuhan.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/casal-cai-e-morre-apos-janela-quebrar-durante-relacao-sexual,092a70558ab8f310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html

Lente de contato consegue transformar seu olho em um telescópio

Dispositivo pode ser ativado ou desativado pelo usuário.

Superlentes de contato podem resolver problemas graves de visão. (Fonte da imagem: Reprodução/Business Wire)
 
Um grupo de pesquisadores norte-americanos e suíços desenvolveu uma lente de contato que mais parece um telescópio que pode ser usado nos olhos. O objetivo é ajudar idosos que sofrem com problemas degenerativos no globo ocular, o que gera uma perda gradual de visão conforme a pessoa envelhece.

A lente desenvolvida por eles pode ser usada por aquelas pessoas que não conseguem mais utilizar óculos ou por quem as lentes de contato comuns não fazem mais nada. Assim, esse novo dispositivo poderia ampliar a visão dos pacientes como se fosse um verdadeiro telescópio acoplado aos olhos, aproximando imagens. Ele inclusive pode ser ativado ou desativado pelo usuário.

Isso é possível por conta do cristal líquido no interior das lentes de apenas 1 milímetro de espessura. Dessa forma, quando as moléculas estão ajustadas em uma orientação específica, elas conseguem captar mais luz e direcioná-la para pontos da retina que ainda estão saudáveis. O contrário também é possível, desativando completamente o efeito da lente.

Ao que parece, a lente seria feita sob medida para uma pessoa, podendo ser apenas “ligada” ou “desligada”. Além do mais, como o produto é novo e ainda está recebendo ajustes, não há uma previsão certa de quando isso poderá ser comercializado e de fato ajudar pessoas pelo mundo.

Fonte: http://www.tecmundo.com.br/ciencia/41356-lente-de-contato-consegue-transformar-seu-olho-em-um-telescopio-.htm

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Recomendado

Recomendo a todos visitarem o mais assiduamente que puderem o Blog (Que mais que um Blog  é uma causa pela qual todos nos devemos mobilizar e lutar) : http://protestto.blogspot.pt/ que faz parte da nossa "Lista de Sites e Blogues".

Cientistas criam arma que dispara antimatéria


Uma equipe internacional de físicos que trabalha na Universidade de Michigan (EUA) construiu recentemente uma “arma de antimatéria”, capaz de despejar rajadas de pósitrons.
Pósitrons são antipartículas (ou partículas idênticas opostas) de elétrons. Além de ser criadas em laboratórios de física, elas também são encontradas em jatos emitidos por buracos negros e pulsares (estrelas de nêutron).
Até à data, a criação de pósitrons para estudo precisou de máquinas muito grandes e caras, como o acelerador de partículas Grande Colisor de Hádrons do laboratório CERN. Outro exemplo é um dispositivo construído por cientistas do Laboratório Nacional Lawrence Livermore, que criou pósitrons disparando um laser extremamente poderoso em um minúsculo disco de ouro. Outro trabalho recente de pesquisadores da Universidade do Texas (EUA) envolveu a construção de um acelerador do tamanho de um desktop.
A nova pesquisa baseou-se nesses resultados anteriores para construir um dispositivo de não mais que um metro de comprimento capaz de gerar rajadas de ambos elétrons e pósitrons de forma muito semelhante a que é emitida por buracos negros e pulsares.
Para conseguir essa façanha, a equipe disparou um laser potente (petawatt) em uma amostra de gás hélio inerte. Isso causou a criação de um fluxo de elétrons que se move a uma velocidade muito alta. Esses elétrons foram direcionados para uma folha muito fina de metal que os levou a colidir com átomos de metais individuais. Estas colisões resultaram em uma corrente de emissões de elétrons e pósitrons, que foram separadas utilizando magnetos.
Os pesquisadores relatam que cada rajada de sua arma dura apenas 30 femtosegundos, mas cada disparo resulta na produção de quatrilhões de pósitrons – um nível de densidade comparável ao que é produzido no CERN.
Os cientistas sugerem que o dispositivo poderia ser usado para imitar os jato de buracos negros e/ou pulsares, oferecendo algumas respostas a perguntas tais como: que tipo de proporção de partículas estão presentes em tais correntes, a quantidade de energia que há nessas emissões, e de que forma as partículas interagem com o ambiente em que são despejadas.[Phys]

Fonte: http://hypescience.com/cientistas-criam-arma-que-dispara-antimateria/

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Vida artificial e vida extraterrestre podem ser descobertas nos próximos 10 anos

Relatos recentes da Academia Chinesa de Ciências dizem que grandes avanços científicos, inclusive a descoberta de vida artificial e extraterrestre, provavelmente ocorrerão nos próximos 10 anos.

O livro recém publicado, ‘Visão 2020: As Tendências Emergentes na Ciência e Tecnologia e Opções Estratégicas na China’ (trad. livre n3m3) mencionou dez campos (energia, recursos, materiais e manufatura, informação, agricultura, saúde da população, biologia e o meio ambiente, espaço, oceanos e ciências ‘de ponta’) que considera mais prováveis de terem grandes avanços nos próximos dez anos. O livro também prevê que a China terá um papel importante em 19 das 22 descobertas que são esperadas, como também inclui um projeto para o desenvolvimento científico da China. De acordo com o livro, os biólogos estadunidenses obtiveram sucesso em sintetizar o sequenciamento do genoma do micoplasma em 2010, criando células bacterianas que podem ser controladas e replicadas pelo sequenciamento.

A vida artificial é uma das descobertas esperadas e de acordo com o livro, o feito dos biólogos dos EUA em 2010 anuncia que logo descobriremos a vida artificial. A síntese do micoplasma, de com o livro, implica a possibilidade de ‘moléculas sinteticas, organelas de células e cromossomos cromossomos de células eucarióticas, que são essenciais para a vida artificial.

O livro também prevê descobertas extraterrestres significativas na próxima década, citando como evidência a recente exploração de Marte pela NASA, durante a qual traços de reserva de água foram encontrados. “A descoberta [de vida extraterrestre] irá expandir grandemente o escopo das pessoas na compreensão do fenômeno da vida e suas regras finais“, de acordo com o livro.

Segundo Bai Chunli, presidente da Academia Chinesa de Ciências, e diretor do grupo editorial do livro, as tendência científicas atuais estão sendo impulsionadas pelo desejo de desenvolvimento sustentável e pelo incentivo econômico de lucrar com as novas descobertas.

Fonte: http://ovnihoje.com/2013/06/26/vida-artificial-e-vida-extraterrestre-podem-ser-descobertas-nos-proximos-10-anos-de-acordo-com-livro-chines/#axzz2XLQU5ZYJ

terça-feira, 25 de junho de 2013

Astronomos descobrem 'super-Terras' habitáveis em estrela próxima

Três planetas orbitam estrela onde água pode existir em forma líquida

Impressão artística mostra uma vista do exoplaneta Gliese 667Cd em direção à sua estrela progenitora Foto: ESO/M. Kornmesser / Divulgação

Uma equipe de astrônomos do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês) descobriu um sistema com pelo menos seis planetas em torno da estrela de baixa massa Gliese 667 C - a uma distância de apenas 1/20 da existente entre a Terra e o Sol. Três desses planetas são "super-Terras" orbitando em torno da estrela em uma região onde a água pode existir sob forma líquida, o que torna estes planetas bons candidatos à presença de vida. Este é o primeiro sistema descoberto onde a zona habitável se encontra repleta de planetas.​
Em termos astronômicos, Gliese 667C encontra-se muito próxima da Terra - na vizinhança solar, muito mais próximo do que os sistemas estelares investigados com o auxílio de telescópios espaciais tais como o caçador de planetas Kepler. Estudos anteriores descobriram que a estrela acolhe três planetas, um deles na zona habitável. Agora, uma equipe de astrônomos liderados por Guillem Anglada-Escudé da Universidade de Göttingen, Alemanha e Mikko Tuomi da Universidade de Hertfordshire, Reino Unido, voltou a estudar o sistema.

Os pesquisadores encontraram evidências da existência de até sete planetas em torno da estrela, orbitando a terceira estrela mais tênue do sistema estelar triplo. Os outros dois sóis seriam visíveis como um par de estrelas muito brilhantes durante o dia e durante a noite dariam tanta luz como a Lua Cheia. Os novos planetas descobertos preenchem por completo a zona habitável de Gliese 667C, uma vez que não existem mais órbitas estáveis onde um planeta poderia existir à distância certa.
“Sabíamos, a partir de estudos anteriores, que esta estrela tinha três planetas e por isso queríamos descobrir se haveria mais algum”, diz Tuomi. “Ao juntar algumas observações novas e analisando outra vez dados já existentes, conseguimos confirmar a existência desses três e descobrir mais alguns. Encontrar três planetas de pequena massa na zona habitável de uma estrela é algo muito animador!”.

Três destes planetas são super-Terras - planetas com mais massa do que a Terra mas com menos massa do que Urano ou Netuno - que se encontram na zona habitável da estrela, uma fina concha em torno da estrela onde a água líquida pode estar presente, se estiverem reunidas as condições certas. De acordo com o ESO, esta é a primeira vez que três planetas deste tipo são descobertos nesta zona em um mesmo sistema.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/espaco/astronomos-descobrem-super-terras-habitaveis-em-estrela-proxima,0a78fd4a91b7f310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html

Sob efeito de cogumelos alucinógenos,homem arranca parte dos genitais

Um americano passou por momentos de apuros depois de, sob o efeito de cogumelos alucinógenos, arrancar parte do próprio pênis. O homem de 41 anos de Columbus, no Estado de Ohio, foi encontrado pela polícia nu, aos gritos, do lado de fora de uma escola de Ensino Médio na madrugada desta terça-feira, depois que um alarme disparou.

Coberto de sangue, o homem disse à polícia que parte de seus genitais tinham sido roubados e espalhados pela rua. Segundo explicou o sargento Geoff Fox ao site de notícias Metro, o homem não conseguia dizer muita coisa, além de gritar sem parar. “Ele dizia coisas que não faziam sentido. Não havia como estabelecer uma conversa”, disse.

O homem foi encaminhado ao hospital em estado grave e a polícia local investiga agora se os cogumelos foram ingeridos com alguma outra subtância.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/mundo/estados-unidos/sob-efeito-de-cogumelos-alucinogenos-homem-arranca-parte-dos-genitais,7531af3dbfb7f310VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Dia Mundial dos Discos Voadores: Ufólogos pedem atenção ao céu

Ufologia lista algumas razões para levar os discos voadores a sério

 Imagem de arquivo mostra o que seria um óvni sobre Stonehenge Foto: Reprodução

Se você olhar para o céu e encontrar traços incomuns nesta segunda, 24 de junho, Dia Mundial dos Discos Voadores, observe com atenção. A história está repleta de depoimentos de pessoas que veem objetos voadores não identificados. Muitos apenas não são reconhecidos na hora, mas são terrestres. Sobre outros, porém, ainda paira uma aura de mistério.
A ufologia defende que a Terra já foi visitada diversas vezes por seres de outros planetas. Área 51, ET de Varginha, Noite dos UFOs e Operação Prato são algumas menções que servem de argumento para quem acredita na passagem de criaturas extraterrestres pela Terra.

Confira algumas razões para levar os discos voadores a sério, segundo a ufologia:


Fenômeno frequente

Casos que envolvem queda de aeronaves, perseguições aéreas ou mesmo a captura de criaturas são raros, explica Ademar Gevaerd, jornalista e editor da Revista UFO. Ele sustenta, porém, que os registros ufológicos não se restringem a episódios passados. “Temos milhares de ocorrências de discos voadores em todo o mundo. A todo momento, elas acontecem”, afirma.


Documentos militares

Recentemente, a classe ufológica ganhou o reforço de um aliado inesperado: militares brasileiros já admitiram ter documentos variados sobre observações de objetos voadores, inclusive com detecção simultânea de radares em aeronaves e no solo. “Só a reunião ministerial já foi algo impensável. Nenhum país do mundo fez isso”, exalta Gevaerd, referindo-se ao encontro com a Comissão Brasileira de Ufólogos em 18 de abril, promovido a pedido do ministro da Defesa, Celso Amorim.
Embora os relatórios divulgados pelas Forças Armadas não confirmem a visita de extraterrestres, ufólogos entendem que a simples exposição de documentos até então secretos, detalhando operações de monitoramento de óvnis, é um indicativo da ocorrência do fenômeno.

Vale lembrar que, na década de 1960, o governo brasileiro chegou a ter um órgão específico para monitorar óvnis. Chamado de Sistema de Investigação de Objetos Aéreos Não Identificados (Sioani), o órgão produziu centenas de documentos na época, muitos dos quais abertos ao público nos últimos anos.

No encontro de abril, ufólogos foram informados de que novos documentos a respeito de objetos não identificados perderiam o sigilo já a partir de junho - o que não se confirmou até o momento. Ao Terra, o coronel da Aeronáutica Alexandre Emílio Spengler limitou-se a informar que o prazo para esta divulgação vai até 2014 e não previu quando isso ocorrerá.


Operação Prato

De acordo com Spengler, os documentos prometidos são referentes à Operação Prato, de 1977, quando a Força Aérea Brasileira verificou ocorrências extraordinárias no Pará. Naquele ano, mais de 20 militares foram deslocados para a pequena cidade de Colares, onde a população relatava aparições misteriosas e luzes "hostis". Os documentos produzidos pelos agentes nessa missão continham relatos de objetos luminosos em movimentação errática, naves gigantes e depoimentos assustadores dos ribeirinhos.
Segundo Gevaerd, entretanto, os militares alegaram, no encontro, que não têm mais nada a divulgar sobre a Operação Prato. Ele rebate: “Brigamos para que sejam liberadas mais fotos. Foram feitas mais de 500 e liberaram cerca de 200 e, ainda, muito ruins”.

O jornalista cita também 16 horas de filmagens nos formatos Super 8 e Super 16mm, que mostram objetos de grandes dimensões fazendo incursões, especialmente, sobre o Rio Amazonas. Para Gevaerd, pode-se aceitar que parte desse material foi perdida, mas não a sua totalidade.

Após conversa com oficiais, Gevaerd acredita que os documentos prometidos não são dessa operação. “Especulando sobre o que poderia ser, nos disseram que é um conjunto de três livros grandes de ocorrências com observações feitas principalmente por pilotos. Cada livro tem mais de 300 páginas. Ou seja, passaria de mil páginas”, estima. “Parece que seria relativo aos anos 1990”, completa.


Museu

O Museu Internacional de Ufologia, História e Ciência formalizou uma solicitação de recebimento de cópias de toda essa documentação. Segundo seu diretor, o historiador Hernán Mostajo, assim que disponibilizada, ela constará como acervo documental no arquivo histórico da instituição, com o objetivo de facilitar seu acesso pela população.
Mostajo ressalta que a liberação pública dos documentos não confirmará cientificamente que estamos sendo visitados por seres extraterrestres. “Caberá, a partir de agora, aos requerentes da informação, a conclusão científica do fenômeno”, diz.

O historiador também esclarece que o conceito de óvni difere de disco voador, o qual, supostamente, seria pilotado por extraterrestre. Dessa forma, ele defende que todos os possíveis relatórios de aparições de óvnis não trarão resposta à famosa indagação: estamos ou não sozinhos no universo?


Varginha

No Brasil, o mais famoso relato ufológico é conhecido como “ET de Varginha”. Na verdade, conforme Gevaerd, seriam dois seres extraterrestres capturados em 20 de janeiro de 1996, após a queda de uma nave na cidade do sul mineiro. Segundo o editor da Revista UFO, eles foram levados a um hospital, o que garantiu o testemunho de médicos e enfermeiros entre 150 pessoas que teriam presenciado o caso. Para o ufólogo, esse é o grande episódio da ufologia brasileira e, também, o segredo mais bem guardado do meio militar.


Noite Oficial dos UFOS
 
Dez anos antes, um episódio de nome significativo: a Noite Oficial dos UFOs no Brasil. Em 19 de maio de 1986, a operação desencadeada pelo Sistema de Defesa Aeroespacial Brasileiro realizou a detecção, o monitoramento e a aproximação de óvnis. Conforme Gevaerd, eles foram descritos em relatório como máquinas de controle inteligente que foram perseguidas e que perseguiam. A ocorrência envolveu 21 objetos voadores de formato esférico, com cerca de 100 metros de diâmetro.

Relatório assinado pelo brigadeiro-do-ar José Pessoa Cavalcanti de Albuquerque, em 2 de junho de 1986, cita a grande e rápida variação de velocidade e de altitude dos objetos, com capacidade de acelerar e desacelerar de forma brusca, além de indicação luminosa de cor branca, vermelha, verde ou mesmo ausente.


Área 51

No mundo, entre diversos fenômenos relatados, o de maior curiosidade envolve a chamada Área 51, um espaço militar restrito nos Estados Unidos, onde seriam desmontadas naves alienígenas para compreensão de sua tecnologia. A Área 51 figurou em vários filmes hollywoodianos e séries famosas.​
O governo americano só admitiu a existência do local em 1994. Mas, de acordo com os EUA, a finalidade da base não tem nada a ver com alienígenas. Em maio deste ano, uma revelação inusitada de um país vizinho: o ex-ministro canadense Paul Hellyer afirmou que os EUA possuem dois extraterrestres a seu serviço na Área 51.


Ufologia moderna

Os Estados Unidos têm uma ligação estreita com a ufologia. O 24 de junho foi escolhido como o Dia dos Discos Voadores por uma ocorrência de 1947, quando o piloto norte-americano Kenneth Arnold visualizou diversos objetos voadores estranhos. O episódio, considerado o princípio da ufologia moderna, foi seguido, dias depois, pelo Caso Roswell, no Novo México. Lá teria caído uma nave espacial, resgatada pela Força Aérea Americana e levada a uma base secreta.

Os argumentos dos ufólogos tendem a ser rebatidos por astrônomos, que garantem: não há tecnologia disponível para que seres inteligentes, de planetas com condições de possuir vida, visitem a Terra. Para eles, Gevaerd deixa uma reflexão: seria preciso pressupor que os extraterrestres utilizam os mesmos métodos de propulsão que os terráqueos. “Se eles estiverem apenas 100 anos à nossa frente, já terão a capacidade tecnológica necessária, e o transporte pelo universo será algo corriqueiro”, conclui.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/espaco/dia-mundial-dos-discos-voadores-ufologos-pedem-atencao-ao-ceu,a8fa8b86ad76f310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html




Avião modular: De casa ao destino no mesmo assento

A cápsula do trem ou do ônibus é retirada, com você e todos os demais passageiros dentro, e colocada gentilmente no avião, que decola rapidamente. [Imagem: EPFL/TRANSP-OR/LIV/ICOM]

Avião com cabides

Imagine pegar o metrô ou um ônibus especial para ir ao aeroporto.
Ao chegar, você não desce do seu assento. Em vez disso, a cápsula que estava sobre trilhos ou sobre rodas é retirada, com você e todos os demais passageiros dentro, e colocada gentilmente no avião, que decola rapidamente.
Esta é a proposta do Clip-Air, um projeto idealizado por engenheiros da Escola Politécnica Federal de Lausanne, na Suíça.
A ideia é construir um avião modular, essencialmente uma asa voadora cheia de "cabides", onde as cápsulas podem ser conectadas e desconectadas rapidamente.
Os primeiros modelos em escala reduzida do avião modular, que permite conectar uma, duas ou três cápsulas, serão apresentados na próxima semana durante o Paris Air Show, na França.
Avião modular: de casa ao destino no mesmo assento
Os módulos voadores vão até as estações buscar os passageiros, que se livram de toda a espera, sobretudo com o carregamento e descarregamento de bagagens. [Imagem: EPFL/TRANSP-OR/LIV/ICOM]

Flexibilidade no transporte aéreo

Apesar de ser um projeto muito futurista, e aparentemente distante de fazer seu primeiro voo, a equipe que o idealizou afirma estar trabalhando sob restrições rigorosas para manter a sua viabilidade técnica.
"Nós ainda temos que superar várias barreiras, mas acreditamos que vale a pena trabalhar nesse conceito, tão diferente da tecnologia atual de aeronaves, mas que pode ter um impacto enorme na sociedade," disse Claudio Leonardi, responsável pelo projeto Clip-Air.
O objetivo principal é dar flexibilidade ao transporte aéreo, integrando-o com os meios de transporte usados nos grandes centros urbanos, cujos aeroportos estão próximos do limite operacional em todo o mundo.
Avião modular: de casa ao destino no mesmo assento
Voar com três módulos sob a mesma asa seria mais barato - em termos de consumo de combustível - do que ter três aeronaves da mesma capacidade voando de forma independente e com igual velocidade e altitude. [Imagem: EPFL/TRANSP-OR/LIV/ICOM]

Avião modular

O avião inclui todo o suporte de voo, incluindo asas, turbinas, cabine de comando, tanques de combustível e trens de pouso e decolagem.
Os módulos, que poderão ser projetados para passageiros ou carga, poderão pesar até 30 toneladas quando totalmente cheios.
No caso dos passageiros, cada módulo poderá levar até 150 pessoas, juntamente com suas bagagens.
No caso de carga, os módulos poderão substituir os contêineres, indo diretamente da fábrica para o avião, agilizando toda a logística de distribuição, exportação e importação.
Segundo os projetistas, o avião modular permitirá uma grande economia de combustível, já que será capaz de transportar o mesmo número de passageiros que um Airbus A320, mas usando apenas metade dos motores.
Em outras palavras, voar com três módulos sob a mesma asa seria mais barato - em termos de consumo de combustível - do que ter três aeronaves da mesma capacidade voando de forma independente e com igual velocidade e altitude.

Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=aviao-modular&id=010170130614

sábado, 22 de junho de 2013

Eugenia será herança do nazismo ou o futuro da humanidade ?


Imagine um mundo em que as pessoas nunca adoecem, não têm defeitos genéticos nem doenças mentais. Elas são bem constituídas fisicamente e possuem capacidades intelectuais invulgares… Será uma utopia? Não, esse é o mundo que nos pode propor uma disciplina científica chamada eugenia.

Muitos irão abanar a cabeça em sinal de desaprovação, pois se trata da ciência ou, mais propriamente, do estudo sobre seleção e combate às mutações negativas do sistema genético humano, prática que possuía uma reputação bastante negativa devido à sua ativa utilização na Alemanha nazista. Por isso, durante a Segunda Guerra Mundial, a eugenia foi incluída no mesmo rol de crimes nazistas como a higiene racial e os experimentos dos nazistas em seres humanos.
Isso aconteceu porque, apesar de a eugenia ser uma disciplina puramente científica, os nazistas utilizaram-na como justificação da "perfeição e superioridade" de uma raça sobre outra. Isso afastou muitos cientistas das ideias eugénicas e atrasou o desenvolvimento da eugenia, tornando o próprio termo não apenas impopular, mas provocando a negação e a repulsa de muitos cientistas, já para não falar do cidadão comum.
Mas o tempo passa e tudo muda. Terá o nosso tempo necessidade dessa ciência? Será que a eugenia poderá renascer?
"É próprio da natureza humana tentar atingir uma espécie de ideal", reflete a psicóloga Irina Lukyanova na sua entrevista à Voz da Rússia. "O que é a eugenia no seu significado mais profundo? É um desejo subconsciente do homem de se tornar irrepreensível, perfeito…"
Ou pelo menos saudável. Não é nenhum segredo que o último século ficou marcado por uma verdadeira explosão na área da medicina. Se antes as pessoas que sofriam de muitas anomalias genéticas, doenças graves ou com baixa imunidade não sobreviviam até atingir a maturidade sexual, não podendo assim transmitir os seus genes às futuras gerações, já com o desenvolvimento da ciência farmacêutica o programa de seleção natural começou a falhar.
Por um lado, essa é uma nova forma de a espécie humana lutar pela sobrevivência. O desenvolvimento intelectual e o salto científico que ocorreram no século vinte tornaram possível o impossível. A esperança média de vida aumentou em praticamente 30-40 anos. Mas aumentou da mesma forma o chamado peso genético das doenças congénitas.
No entanto, a eugenia é usada na medicina moderna. Por exemplo, no acompanhamento de mulheres grávidas e na realização de exames preventivos especiais para a despistagem de mutações genéticas do feto no diagnóstico pré-natal. Também se está a desenvolver de forma dinâmica a genoterapia, que é uma nova tendência na medicina que pressupõe a pesquisa e tratamento de doenças hereditárias no genoma do embrião.
Em muitos países, porém, está em vigor a proibição de manipulação genética em células dos embriões. Se essa proibição for levantada no futuro, será possível atingirmos aquilo que se vê no filme Gattaca de Andrew Niccol. Irina Lukyanova comenta:
 "É importante compreendermos que o mundo é belo na sua diversidade. A atual corrida pelos atributos exteriores de beleza e de perfeição física não nos deixa parar e ver a verdadeira beleza da natureza e do homem. Claro que as doenças nunca trouxeram a felicidade a ninguém, mas significa isso que as pessoas com defeitos diversos e doenças genéticas não merecem viver? Eles são todos os que fogem à norma. Mas quem é que define a norma? Onde ficam as suas fronteiras? Uma pessoa invisual pode ser um grande músico, uma pessoa que nasça sem pernas ou braços poderá ser um cantor fenomenal, um mudo pode ser escritor e um surdo – físico ou matemático… Quantas dessas pessoas, que não cabem nos padrões geralmente aceites de norma e de saúde, nós podemos perder se começarmos a purificar as nossas fileiras? Assim… Será que a eugenia tem futuro? Eu permito-me deixar essa questão em aberto…"
E que cada um procure a sua própria resposta.

Fonte: http://portuguese.ruvr.ru/2013_06_21/Eugenia-ser-heran-a-do-nazismo-ou-o-futuro-da-humanidade-4320/

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